Arquidiocese de Belo Horizonte
  • 7 de julho, 3ª feira, 14ª Semana do Tempo Comum

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    - Leitura orante do evangelho de hoje, dia 7 de julho, 3ª feira, 14ª Semana do Tempo Comum

    - A Palavra que hoje vamos refletir nos convida a perceber duas realidades distintas frente a uma cura realizada por Jesus: a primeira é da multidão que fica admirada e reconhece o poder divino de Jesus; a segunda, é a reação dos fariseus que atribui a ação de Jesus ao espírito maligno. O destaque maior do texto é a missão de Jesus que liberta e cura da falta de comunicação, o fechamento e restitui a vida de quem precisa ser libertado. Isso para continuar anunciando o Reino de Deus em um mundo que precisa tanto de amor, de cura e de libertação.

    - Acolha com o coração aberto a Palavra que orienta as nossas buscas. Escuta o Evangelho Segundo Mateus, Capítulo 9, versículos 32 a 38.
    - Naquele tempo, apresentaram a Jesus um homem mudo,
    que estava possuído pelo demônio.
    Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar.
    As multidões ficaram admiradas e diziam:"Nunca se viu coisa igual em Israel".
    Os fariseus, porém, diziam: "É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios".
    Jesus percorria todas as cidades e povoados,
    ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino,
    e curando todo tipo de doença e enfermidade.
    Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas,
    porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor.
    Então disse a seus discípulos: “A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.
    Pedi, pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!"

    - Percebemos no Evangelho que a missão de Jesus cria alegria e libertação para aqueles que o buscam de coração sincero e desperta nos seus opositores inveja, rejeição e calúnia. Não obstante as oposições criadas, Jesus continua a anunciar a libertação da pessoa humana curando um mudo, restituindo assim a sua capacidade de diálogo, de comunicação e de anúncio. Nesta mesma passagem bíblica, Jesus sente compaixão da multidão cansada e abatida como ovelhas sem Pastor. Ele as conhece, sabe a situação do abandono e do cansaço que o povo vive e percebe que são poucos os operários para o muito trabalho a ser feito, por isso nos convoca para rezarmos ao Pai pedindo que envie missionários que se disponham a trabalhar nesta realidade existencial.

    – No evangelho vimos atitudes diferentes diante da missão realizada por Jesus. O que a missão de Jesus diz para sua vida cristã? Você sente compaixão ao perceber as necessidades atuais das pessoas? Tens rezado para que tenhamos mais missionários e missionárias?

    - “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.” Ouçamos do Pe. Zezinho, esta oração em forma de canto:
    Poucos os operários, poucos trabalhadores
    E a fome do povo aumenta mais e mais
    És o Senhor da messe, ouve esta nossa prece
    Põe sangue novo nas veias da tua Igreja
    Falta pão porque falta trigo
    Falta trigo porque não semeiam
    E faltam semeadores porque ninguém foi lá fora chamar

    Falta fé porque não se ouve
    Não se ouve porque não se fala
    E falta esse jeito novo de levar luz e de profetizar.

    Falta gente pra ir ao povo, descobrir porque o povo se cala
    Pastores e animadores pra incentivar o teu povo a falar
    Falta luz porque não se acende
    Não se acende porque faltam sonhos
    E falta esse jeito novo de levar luz e falar de Jesus

    - Peça ao Senhor que te faça missionário nas pequenas coisas e reze ao Pai que envie operários para sua messe.

    – Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Amém.




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