20 de abril, 2ª feira, 3ª Semana da Páscoa
- Leitura orante do evangelho de hoje, dia 5 de abril, 2ª feira, 3ª semana da Páscoa
– O Evangelho de hoje nos fala a respeito das multidões que procuravam por Jesus depois de terem sido saciadas por ele, do outro lado do mar da Galileia. Era uma busca ou quase uma perseguição àquele que saciou a fome de todos. Era uma busca por interesses, não pelo desejo de seguir Jesus.
-Abra o coração e se coloca na escuta das palavras do Evangelho de Jesus Cristo Segundo João, Capítulo 06, versículos de 22-29:
“No dia seguinte, a multidão que tinha ficado do outro lado do mar, percebeu que Jesus não tinha subido, com os seus discípulos, no único barco que lá se encontrava, mas que os discípulos tinham partido sozinhos. Entretanto, outros barcos chegaram de Tiberíades, perto do lugar onde tinham comido o pão, depois do Senhor ter pronunciado a ação de graças. Quando, pois, a multidão percebeu que nem Jesus, nem seus discípulos estavam aí, entraram nos barcos e foram a Cafarnaum, à procura de Jesus. Encontrando-o no outro lado, perguntaram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo: estais me procurando, não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados. Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida eterna e que o Filho do Homem vos dará, pois a este. Deus Pai o marcou com seu selo”. Perguntaram então: “Que devemos fazer para praticar as obras de Deus?” Jesus respondeu: “As obras de Deus é que creiais naquele que ele enviou”.
- As multidões iam em busca de Jesus, não porque tinham entendido o sinal realizado por ele, mas porque queriam ter alguém que lhes dessem comida e resolvesse sozinho os problemas da fome. Jesus sabia que o povo o procurava, não por causa do sinal realizado, mas porque comeram pão e ficaram satisfeitos.
- Nesta passagem, Jesus vem arrancar as máscaras da ambiguidade de seus seguidores. “Por que motivo você me seguem? Porque comeram o pão multiplicado? Ou porque identificaram o Messias prometido?” Estamos correndo atrás de quem? De um padeiro barateiro ou de um Salvador exigente?
-“As obras de Deus é que creiais naquele que ele enviou”, diz Jesus. Não basta “aceitar o Senhor e Salvador”, bordão de certas denominações cristãs. Preciso associar-me à “obra de Deus”. E a primeira maneira de fazê-lo consiste em crer na vida e me comprometer pessoalmente no terreno da vida. Invertendo as expectativas mais comuns, Etty Hillesum escreveu: “Se Deus para de me ajudar, cabe a mim ajudar a Deus”. Muita gente já aderiu ao projeto de Deus na defesa da Vida! Estão multiplicando os pães e os peixes. Comprometem todo o seu ser para salvar o planeta do desastre que se aproxima. E Deus trabalha com eles...
-Peça ao Senhor a graça de associar-se a obra Dele, sendo aquele e aquela que o ajuda na construção de um mundo novo e na defesa da vida.
Peça pela paz no mundo e para que haja pão e justiça para todos. Peça pela Igreja no mundo todo.
-O Senhor nos abençoe e nos guarde. O Senhor nos mostre o Seu rosto brilhante. O Senhor nos conceda sempre a sua paz.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.
– O Evangelho de hoje nos fala a respeito das multidões que procuravam por Jesus depois de terem sido saciadas por ele, do outro lado do mar da Galileia. Era uma busca ou quase uma perseguição àquele que saciou a fome de todos. Era uma busca por interesses, não pelo desejo de seguir Jesus.
-Abra o coração e se coloca na escuta das palavras do Evangelho de Jesus Cristo Segundo João, Capítulo 06, versículos de 22-29:
“No dia seguinte, a multidão que tinha ficado do outro lado do mar, percebeu que Jesus não tinha subido, com os seus discípulos, no único barco que lá se encontrava, mas que os discípulos tinham partido sozinhos. Entretanto, outros barcos chegaram de Tiberíades, perto do lugar onde tinham comido o pão, depois do Senhor ter pronunciado a ação de graças. Quando, pois, a multidão percebeu que nem Jesus, nem seus discípulos estavam aí, entraram nos barcos e foram a Cafarnaum, à procura de Jesus. Encontrando-o no outro lado, perguntaram-lhe: Rabi, quando chegaste aqui?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo: estais me procurando, não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados. Trabalhai não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida eterna e que o Filho do Homem vos dará, pois a este. Deus Pai o marcou com seu selo”. Perguntaram então: “Que devemos fazer para praticar as obras de Deus?” Jesus respondeu: “As obras de Deus é que creiais naquele que ele enviou”.
- As multidões iam em busca de Jesus, não porque tinham entendido o sinal realizado por ele, mas porque queriam ter alguém que lhes dessem comida e resolvesse sozinho os problemas da fome. Jesus sabia que o povo o procurava, não por causa do sinal realizado, mas porque comeram pão e ficaram satisfeitos.
- Nesta passagem, Jesus vem arrancar as máscaras da ambiguidade de seus seguidores. “Por que motivo você me seguem? Porque comeram o pão multiplicado? Ou porque identificaram o Messias prometido?” Estamos correndo atrás de quem? De um padeiro barateiro ou de um Salvador exigente?
-“As obras de Deus é que creiais naquele que ele enviou”, diz Jesus. Não basta “aceitar o Senhor e Salvador”, bordão de certas denominações cristãs. Preciso associar-me à “obra de Deus”. E a primeira maneira de fazê-lo consiste em crer na vida e me comprometer pessoalmente no terreno da vida. Invertendo as expectativas mais comuns, Etty Hillesum escreveu: “Se Deus para de me ajudar, cabe a mim ajudar a Deus”. Muita gente já aderiu ao projeto de Deus na defesa da Vida! Estão multiplicando os pães e os peixes. Comprometem todo o seu ser para salvar o planeta do desastre que se aproxima. E Deus trabalha com eles...
-Peça ao Senhor a graça de associar-se a obra Dele, sendo aquele e aquela que o ajuda na construção de um mundo novo e na defesa da vida.
Peça pela paz no mundo e para que haja pão e justiça para todos. Peça pela Igreja no mundo todo.
-O Senhor nos abençoe e nos guarde. O Senhor nos mostre o Seu rosto brilhante. O Senhor nos conceda sempre a sua paz.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém.