SAV - Serviço de Animação Vocacional

O Serviço de Animação Vocacional (SAV) tem a missão de acolher os jovens para ajudá-los a escutar a voz de Deus e a discernir seu chamado na vida cristã.

Esse trabalho é realizado por meio de encontros vocacionais, no Seminário Arquidiocesano Coração Eucarístico de Jesus (Sacej), direcionados aos jovens que se sentem chamados ao sacerdócio; orientação aos fiéis que procuram auxílio no discernimento vocacional, e também de materiais produzidos pelo SAV, como conteúdos impressos, digitais e audiovisuais que contribuem para a animação vocacional em toda a Arquidiocese de Belo Horizonte.

O SAV é parte integrante do Vicariato Episcopal para Ação Pastoral (Veap) e do Seminário Arquidiocesano Coração Eucarístico de Jesus (Sacej).

Se você deseja conhecer melhor a sua vocação, aprofundar o discernimento ou simplesmente conversar sobre os caminhos que Deus está lhe apresentando, entre em contato com o Serviço de Animação Vocacional (SAV) da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Sua vocação é um chamado à santidade e uma missão a ser vivida na Igreja e no Mundo!

Informações:

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Seminário Arquidiocesano Coração Eucarístico de Jesus

Redes sociais: @seminariobh 📲 

Site: arquidiocesebh.org.br/emaus

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Agosto – Mês das Vocações

Agosto é um mês especial para toda a Igreja: um tempo de reflexão e oração pelas vocações e ministérios. Cada domingo do mês de agosto é dedicado à celebração de uma determinada vocação.

No primeiro domingo do mês, celebra-se a vocação para o ministério ordenado: diáconos, padres e bispos; no segundo, a vocação para a vida e a família (atenção especial aos pais); no terceiro, a vocação para a vida consagrada: religiosos e consagrados seculares, no quarto, a vocação dos leigos e ministérios da Igreja, e por fim, a vocação dos catequistas.

Podcast Minha Vocação 

Uma vocação pode começar com uma conversa. Você já pensou nisso? E para falarmos sobre esse tema, está chegando o novo podcast da Arquidiocese de BH: Minha Vocação.

A cada episódio, convidamos você a acompanhar histórias cheias de amor, coragem e dedicação nesta bonita missão de servir ao Senhor. E quem sabe essa conversa também não desperte algo no seu coração? 📲Clique aqui e acompanhe os episódios! 

Acompanhe, a seguir, conteúdos especiais para inspirar a sua vocação! 

[Artigo] – Vocação: a que somos chamados? – Neuza Silveira, Secretariado Bíblico-Catequético de Belo Horizonte

A vocação é um convite, uma proposta para sermos fontes de esperanças, uns para os outros. O ser humano tem a liberdade de responder ou não a esse chamado. Quem chama é Deus. Ele, ao nos criar e nos tornar filhos consagrados ao Pai, em Jesus Cristo por meio do dom do Espírito Santo, o faz por amor. Um grande amor a que somos chamados a deixar-nos amar. Amor incondicional que não nos exige nada a não ser simplesmente amar.

Viver a vocação é viver em resposta ao chamado de Deus. Cada pessoa recebe seu chamado específico, que lhe confere uma identidade pessoal. Daí a busca pela descoberta da própria vocação para realizar a vontade do Pai.

Mas qual é a vontade do Pai? –  Para nós, cristãos católicos, quem veio nos mostrar a vontade do Pai é seu Filho unigênito – Jesus Cristo. Quando nos despertamos para a nossa vocação e colocamo-la em prática, alcançamos o sentido para nossa vida.

Vários são os tipos de vocação a que somos chamados. Infinitos são os caminhos para os quais Deus nos chama. Diversas são as possibilidades que nos são oferecidas. Diante da liberdade que nos é dada, só precisamos dizer “sim” a Deus e ele vai nos colocando no caminho.

Que caminho você recebeu de Deus?

Vários são os caminhos: Uns recebem o caminho matrimonial ou Laical, chamados a serem cooperadores de Deus na construção do Reino. Uns se colocam à disposição para exercer o ministério familiar, construindo famílias – Igrejas domésticas; outros optam por atividades missionárias com o propósito de levar a Palavra de Deus – anunciar o Evangelho a todas as criaturas. Aqui estamos nós catequistas, acolhendo a vocação de anunciar a Boa-Nova de Jesus Cristo. Outro grupo de pessoas recebe a vocação sacerdotal. São os que recebem o Sacramento da Ordem, chamados a anunciar o evangelho nas comunidades, ajudando-as a trilhar os caminhos de Deus. Temos ainda as vocações religiosas que despertam pessoas a se consagrarem a Deus por meio dos votos religiosos de pobreza, obediência e castidade. Existem ainda os religiosos que se propõem seguir a Cristo por meio das Congregações, outros por meio de Institutos seculares, outros, ainda consagram suas vidas a Cristo como leigos e leigas missionárias, e nós, os leigos e leigas, catequistas, que pelo batismo e nossa inserção no mundo, oferecemos precioso serviço à evangelização: nossas próprias vidas como discípulos e discípulas de Cristo. Ao sentirmos chamados a ser catequistas e a receber a missão para exercer esse ministério, nós o fazemos de fato e em diversos graus, segundo as características de cada um.

Neste mês de agosto, a Igreja nos convida a celebrar as vocações: sacerdotal, familiar, religiosas, leigas consagradas e a vocação de ser catequista. Em virtude da fé e da Unção batismal, colocando-se a serviço do Magistério de Cristo e como servo do Espírito Santo, o catequista é testemunha da fé e guardião da memória de Deus. Testemunha a vida nova que vem do seu encontro pessoal com Jesus Cristo e se torna sinal para os outros.

O Catequista é também um mistagogo, ou seja, aquele que se introduz no mistério de Deus, revelado na Páscoa de Cristo, e adquire a dupla missão de transmitir o conteúdo da fé e de conduzir ao mistério da mesma fé.  Tem ainda a missão de ser aquele que acompanha e educa aqueles que lhes foram confiados pela Igreja. Ele é especialista na arte do acompanhamento (EG, n. 169-173) do saber escutar e se colocar à disposição do Espírito Santo para exercer sua missão vocacional.

Anunciar a Boa-Nova tem suas exigências.

É preciso estar atento aos sinais de Deus, entender a fé e estar sempre atentos à percepção de que há o desejo de Deus inscrito no coração do ser humano. Desde o princípio esse desejo de Deus está lá a atrair o ser humano a si, para viver no seu amor. Esse desejo, muitas vezes escondido, está bem lá no fundo do nosso coração à espera de uma pequena abertura para aflorar e fazer acontecer as mudanças no nosso jeito de ser e crer. Viver a fé em Jesus Cristo, nos transformarmos e nos permitirmos a ser conduzidos até sua presença, que é mistério, e experimentar Deus.

O Papa Francisco muito nos anima ao falar sobre a fé em Jesus Cristo, o Ressuscitado. Ele nos fala que saber que Jesus está vivo nos traz muitas alegrias, a esperança enche o coração e as alegrias não podem ser contidas. Isso deveria verificar-se em nossa vida. Sintamos a alegria de ser cristãos! De sermos missionários evangelizadores, anunciadores de Jesus Cristo! Ele nos pede que acreditemos no Ressuscitado, que venceu o mal e a morte! Que tenhamos a coragem de “sair” para levar essa alegria e essa luz a todos os lugares da nossa vida!

A Ressurreição de Cristo é a nossa maior certeza; é o tesouro mais precioso! Como não compartilhar com os outros este tesouro, essa certeza? Não é somente para nós, devemos transmiti-la, comunicá-la aos outros, compartilhá-la com o próximo. Consiste precisamente nisso o nosso testemunho. Assim, conhecer Deus, encontrá-lo, aprofundar os traços da sua Face é determinante em nossa vida, pois Ele entra nos dinamismos profundos de cada um de nós, seres humanos.

Neuza Silveira de Souza
Coordenadora do Secretariado Arquidiocesano
Bíblico-Catequético de Belo Horizonte.

[Artigo] Chamados à vocação: O itinerário vocacional de cada um – Neuza Silvera

A vida do ser humano é um dom de Deus. “Somos obra de Deus, criados em Cristo Jesus” (Ef. 2,10). Assim, existimos, vivemos, pensamos, amamos, nos alegramos, sofremos, nos relacionamos, conquistamos nossa liberdade diante do mundo e de nós mesmos. Se a vida é dom de Deus, somos criaturas de Deus, e por ele somos chamados a viver na liberdade. Mas também somos chamado para a missão de serviço ao povo, a conviver, a dialogar, e servir a Deus por meio dos relacionamentos: “eu e Deus”, “eu comigo mesmo”, “eu e a natureza” e “eu e os outros”. Nesse sentido somos um “chamado”.

Chamados a que?
Somos chamados a uma vocação: vocação à existência, vocação humana, vocação cristã e vocação específica. Somos uma vocação.

A palavra “vocação” refere-se sempre ao ato de chamar, de escolha e de disposição para algo ou para alguma missão. Ela se origina do verbo no latim “vocare” (chama?). Assim vocação significa chamado. É, pois, um chamado de Deus. Se há alguém que chama, deve haver outro que escuta, que responde. Podemos dizer que vocação é o encontro de duas liberdades: a do chamado de Deus e a do homem que responde. Criados à imagem e semelhança de Deus, somos chamados para a vida que é a grande vocação.

Viver a vocação é sentir sempre estimulado à prática de atividades que estão associadas aos desejos de seguir determinado caminho. Nessa escolha nos encontramos em várias dimensões vocacionais:

A vocação profissional – Formada por um conjunto de aptidões naturais, como também interesses específicos e individuais que nos direcionam na escolha de uma profissão.

A dimensão vocacional religiosa nos leva à prática religiosa. Ter vocação religiosa é estar disponível para se separar das coisas que são do mundo e que não são do agrado de Deus.

Por meio da vocação cristã, todos são chamados à santidade. Pelo batismo somos chamados pessoalmente por Cristo para ser, como cristãos, testemunhas e seguidores do Mestre Jesus. Chamados à fé pelo batismo, todos fazem parte do “reino, de sacerdotes, profetas e reis” (1Pe 2,9). Toda pessoa batizada torna-se um seguidor de Cristo, participante de uma comunidade de fé.

Quando a fé não se faz ação, o mundo se torna mais pobre, mais injusto.

Pelo Batismo, todos são chamados a uma vida cristã como filhos e filhas de Deus. Somos chamados a estar presentes, como cristãos, na sociedade, na vida profissional, cultural, social. Segundo a compreensão cristã da realidade, o destino da criação inteira passa pelo mistério de Cristo, que nela está presente deste a origem: “Tudo foi criado por ele e para ele” (Cl 1,16). Podemos refletir esta afirmação a partir do prólogo do Evangelho de João (1,1-18) que mostra a atividade criadora de Cristo como Palavra divina (Logos). Mas, o mesmo prólogo surpreende ao afirmar que esta Palavra “se fez carne” (Jo 1,14). Uma pessoa da Santíssima Trindade inseriu-se no universo criado, partilhando a própria sorte com ele na cruz.

Assim, ao sermos batizados somos inseridos na vida da comunidade cristã. Dela nasce o anúncio da boa notícia incitando-nos a se colocar no seguimento de Cristo. Ele nos chama a sermos discípulos, anunciadores do reino de Deus, exercendo funções temporais. Vivemos na secularidade e exercemos nossa missão insubstituível nos ofícios e trabalhos deste mundo. Segundo o Vaticano II, vivendo a nossa vocação e missão estamos a contribuir para a santificação do mundo como fermento na massa. (LG 31).

A importância da família na caminhada de fé com seus filhos
A família é aquela que dá testemunho da vida cristã, pois todo vida brota dela, cresce e desenvolve. É ser um abrigo como a um ninho que abriga seus filhotes até sua independência. A base para a convivência familiar nesse tempo é o amor. Contar com o amor e a misericórdia de Deus tem-se o sustentáculo para o caminhar na vida, quando, então, os jovens vão descobrindo sua vocação. Eles vão descobrindo aos poucos sua vocação cristã e, com ajuda da família, das amizades sinceras, do convívio na comunidade, sua vocação vai aflorando, vai se firmando.

Já um pouco mais maduros na caminhada cristã, homem e mulher podem optar por um envolvimento amoroso, chegando ao casamento ou escolher outros caminhos: a vida de padre, de irmã ou irmãos religiosos, de vida consagrada e ou leigo solteiro.

Em relação à vivencia na vida matrimonial, o Papa Francisco nos diz em sua exortação apostólica Amoris Laetietia: “O matrimonio é uma vocação, sendo uma resposta ao chamado específico para viver o amor conjugal como sinal do amor imperfeito do amor entre Cristo e a Igreja” ( AL n. 72).

Trata-se de um sacramento que expressa a vocação ao amor do homem e da mulher, em que, mediante a caridade conjugal “recebem o dom do Espírito de Cristo e vivem a sua vocação à santidade” (n. 69).

Aos pais é dada a missão de educar seus filhos, se transformando em verdadeiros ministros. E, quando formam seus filhos, edificam a Igreja e, fazendo-o, aceitam uma vocação proposta por Deus” (n.85). Sua missão é plantar boas sementes no coração de seus filhos. O afeto dos pais pelos seus filhos é importante.

Todas as escolhas são feitas na liberdade e no amor e, por isso, podemos colocar a serviço do outro, as nossas aptidões e talentos que Deus nos concedeu. Ele nos envia para viver, a cada dia, um novo impulso com ousadia para a missão a nós confiada.

Neuza Silveira de Souza

Coordenadora do Secretariado Arquidiocesano Bíblico-Catequético de Belo Horizonte

[Artigo] Vocação e missão -Neuza Silveira, Secretariado Arquidiocesano Bíblico-Catequético de Belo Horizonte

Todos nós somos chamados a uma missão e, de algum modo, a realizar algo em nossas vidas. “É o Senhor que nos indica para que margens devemos ir”. À Luz do Espírito Santo, vamos caminhando e descobrindo que direção tomar. Um dos primeiros passos para encontrar o caminho é nos esforçar para ouvir a própria voz interior e nos aproximar de Deus. Vivemos em um tempo em que é mais comum fixar o olhar para fora de nó mesmos. Mas fechar os olhos e nos dedicar a enxergar o “eu” que fala dentro de nós é um modo de depositar um sopro de esperança na própria vida.

,Ao encontrar as respostas que brotam de dentro é mais fácil perceber o chamado de Deus e então, com coerência, responder afirmativamente. A busca interior e vivência da própria espiritualidade se apresenta como caminhos que podem ser interpretados de maneira mais clara para irmos realizando nosso projeto de vida.

Eu sou uma missão nesta terra e para isso estou neste mundo. Diz o Papa Francisco: “a missão no coração do povo não é uma parte da minha vida, ou um ornamento que posso pôr de lado; não é um apêndice ou um momento entre tantos outros na minha vida. É algo que não posso arrancar do meu ser, se não quero me destruir. Eu sou uma missão nesta terra. É  como se fôssemos marcados a fogo pela missão de iluminar, abençoar, vivificar, levantar, curar, libertar. Nisso se revela a enfermeira autêntica, o professor autêntico, o político autêntico, o catequista autêntico, aqueles que decidiram, no mais íntimo do ser, estar com os outros e ser para os outros. O que não pode acontecer é colocar a tarefa de um lado e a vida privada do outro. Aí tudo se tornará cinzento e a pessoa viverá apenas em busca de reconhecimentos ou defendendo as próprias exigências. Deixará de ser povo” (Conf. EG n. 273).

Assim diz o Papa Francisco nos lembrando que a vida traz em si uma missão, confiada a nós por Jesus. Com ele é possível caminhar um passo de cada vez, ir cumprindo sua tarefa no cotidiano da missão e ajudando as pessoas a ser feliz, pois o despertar de sua vocação para a missão e anúncio da Palavra só traz alegrias e faz crescer na fé.

Grandes são os desafios. Somos despertados para sermos fontes de esperanças, uns para com os outros. O ser humano tem a liberdade de responder ou não a esse chamado a Deus. O chamado é para deixar-se amar. Um amor incondicional que não nos exige nada a não ser amar simplesmente. Um amor que nos impulsiona para ir além. Ir encontrar o outro e com ele caminhar.

Dizer que vive a vocação é responder a esse chamado de Deus. Vocação é dom. Cada pessoa recebe seu chamado específico. Um chamado que lhe confere uma identidade pessoal. Daí a busca pela descoberta de sua vocação que é realizar sua missão a partir da vontade do Pai. Se você consegue ajudar uma só pessoa a viver melhor, isto já justifica o dom da vida. Cada vez que nossos olhos se abrem para reconhecer o outro, ilumina mais a nossa fé para reconhecer a Deus. Quando vivemos a mística de nos aproximar dos outros com a intenção de procurar o seu bem, ampliamos o nosso interior para receber os mais belos dons do Senhor. Cada vez que encontramos com um ser humano no amor, ficamos capazes de descobrir algo de novo sobre Deus. Estas coisas estão interligadas com a vontade do Pai. E que nos mostra a vontade do Pai é seu Filho Jesus Cristo. A pessoa só precisa crer.

Cada pessoa tem em si dimensões que vão sendo aprimoradas no decorrer do tempo e da vivência do chamado. Elas ajudam o cristão no desenvolvimento de sua missão e vocação.

Na sua dimensão humana ela é o dom da existência e da vida dado por Deus. Traz em si uma missão de evolução constante em direção a sermos pessoas melhores e construirmos uma sociedade mais justa e fraterna; Nós não podemos esquecer de que somos criados à imagem e semelhança de Deus, chamados a viver o amor.
E, em segundo, enquanto cristãos batizados somos convocados a viver nosso compromisso batismal se colocando no seguimento de Jesus.

A nossa fé é também eclesial e é vivida em meio à comunidade, lugar de onde brota verdadeiras vocações e lugar onde somos chamados a realizar nossa própria missão.
Na caminhada precisamos estar atentos para “Escutar, discernir e viver a Palavra de Deus”, pois nossa vida e a nossa presença no mundo são frutos duma vocação divina”. É o Espírito Santo o protagonista dessa nossa ação,

Ter o Espírito Santo como aquele que nos guia, me faz lembrar de uma das experiências das primeiras comunidades que nos relatam sobre o batismo do Etíope Eunuco (At 8). O anjo do Senho envia Felipe para ir em missão. No caminho ele encontra com o Etíope, ouve o que está lendo e é convidado a explicar-lhe a palavra. Fala da Boa nova de Jesus e desperta nele o desejo de ser batizado. Essa é a alegria do evangelho que nos mantém firmes em nossos propósitos de fazer missão.

Neuza Silveira de Souza

Coordenadora do Secretariado Arquidiocesano Bíblico-Catequético de Belo Horizonte

"Cada vocação é um dom imenso para a Igreja e para quem a acolhe com alegria". (Papa Leão XIV)

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