A ideia da criação do bispado de Belo Horizonte surgiu em 1914, com a crescente importância política da cidade e seu espantoso desenvolvimento econômico. Atendendo ao desejo da população, dom Silvério Gomes Pimenta, arcebispo de Mariana, aceitou dirigir o movimento para a criação do novo bispado.

Em 1919, uma comissão foi nomeada por dom Silvério para cuidar do processo. Na última sessão realizada por essa comissão foi lido um documento assinado pelo monsenhor F. Cortesi, auditor da Nunciatura, avisando que as bulas para a implantação do bispado já tinham sido expedidas.

A Diocese de Belo Horizonte foi efetivamente criada em 11 de fevereiro de 1921 pelo Papa Bento XV. Em 1º de fevereiro de 1924, o Papa Pio XI, através da bula “Amunus nobis ab Aeterno Pastorum Príncipe”, elevou Belo Horizonte à categoria de Arquidiocese e seu bispo a arcebispo. Na época, foi a terceira província eclesiástica de Minas Gerais.

Desde a sua criação, estiveram à frente da Arquidiocese os arcebispos: dom Antônio dos Santos Cabral, dom João Resende Costa, dom Serafim Fernandes de Araújo e, atualmente, dom Walmor Oliveira de Azevedo, que iniciou seu ministério na Arquidiocese no dia 26 de março de 2004.

Arquidiocese de Belo Horizonte

História centenária de serviços à sociedade

A Arquidiocese de Belo Horizonte reúne aproximadamente 1500 comunidades de fé, unidas e articuladas em rede. São  266 paróquias, 2 paróquias pessoais, 1 paróquia militar, 1 curato, 4 áreas pastorais, 11 santuários, 5 capelas curiais e 2 capelas especiais. A partir da missão de proclamar a Palavra de Deus, e diante das exigências deste tempo marcado pela pandemia, esta ampla rede se une para exercer a solidariedade – solidariedade em rede. Também se dedicam à solidariedade, compromisso da evangelização, as muitas instituições da Arquidiocese de Belo Horizonte: o Convivium Emaús, com o Seminário Arquidiocesano Coração Eucarístico de Jesus (Sacej), o Colégio Santa Maria Minas, a PUC Minas, a Providens – Ação Social Arquidiocesana, a Rede Catedral de Comunicação Católica, com a TV Horizonte, a Rádio América e a Rádio Cultura, a Rede Catedral de Cultura, com o Memorial Arquidiocesano, e a Fundação Mariana Resende Costa (Fumarc). As iniciativas da Arquidiocese, de suas instituições e comunidades de fé, se articulam a partir de cinco Vicariatos Episcopais: para Ação Missionária nas Vilas e Favelas, para Ação Missionária nas Cidades Histórico-Barrocas, para Ação Missionária  nas Vilas e Favelas, para Ação Missionária nos  Edifícios e Condomínios, para a Educação e Comunicação, para Ação Pastoral e para  Ação Social, Política e Ambiental. Em 2021, a Arquidiocese de Belo Horizonte celebra seu centenário, vivendo o Ano Jubilar com a missão de fortalecer, cada vez mais, seus trabalhos de amparo aos mais pobres.

 

Organograma da Arquidiocese de Belo Horizonte – versão: 25/09/2020

 

MANUAL DE MARCA e MARCA COMEMORATIVA DO CENTENÁRIO – Arquidiocese de Belo Horizonte