29 de abril, 4ª feira, Memória de Santa Catarina de Sena
– Leitura orante do evangelho de hoje, dia 29 de abril, 4ª feira, Memória de Santa Catarina de Sena.
– Jesus é o enviado do Pai ao mundo. Ele é a luz do mundo. Qual o mistério que levaria alguém a “amar mais as trevas do que a luz”? É isto: a luz revela. Arranca os véus mentira e do pecado, denuncia a corrupção, a degeneração, o abuso, a violência, o crime. Para aquele que optou pelo mal, a luz é insuportável. Isto explica em muita gente a nítida aversão pela Bíblia, pois a Palavra de Deus – mesmo fechada e silenciosa – é permanente denúncia de seus descaminhos.
- Escuta o Evangelho segundo João, capítulo 12, versículos 44 a 50.
Naquele tempo: Jesus exclamou em alta voz: 'Quem crê em mim, não é em mim que crê, mas naquele que me enviou. Quem me vê, vê aquele que me enviou. Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. Se alguém ouvir as minhas palavras e não as observar, eu não o julgo, porque eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. Quem me rejeita e não aceita as minhas palavras já tem o seu juiz: a palavra que eu falei o julgará no último dia. Porque eu não falei por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele é quem me ordenou o que eu devia dizer e falar. E eu sei que o seu mandamento é vida eterna. Portanto, o que eu digo, eu o digo conforme o Pai me falou.'
- Ora, o Deus que é Luz veio para nos iluminar. Em seu sermão-programa, na sinagoga de Nazaré, Jesus repete a antiga promessa da Primeira Aliança: “proclamar aos cegos a recuperação da vista”. Na vigília pascal, o círio aceso que entra no templo às escuras é o símbolo mais evidente da missão iluminadora de Cristo no meio dos homens: “Eis a luz de Cristo!”. Jesus se apresenta como luz eterna, ao alcance de todos os povos, “a iluminar todo homem que vem a este mundo”. Repetimos todo ano o mesmo brado: “Eis a luz de Cristo!” Sabemos que não há outro meio de iluminar as trevas de humanidade...
- Somos hoje o reflexo da luz do mundo, ou estamos ainda nas trevas do pecado? A Páscoa de Jesus, a passagem da morte para a vida, tem realizado em nós seus sinais, os frutos de salvação que Deus espera de nós?
- “Quem crê em mim, não é em mim que crê, mas naquele que me enviou”. Somos convidados pelo Filho Jesus a crer no Pai, fonte, caminho e destino final de toda vida eterna. Estamos neste mundo, mas não somos dele, pois estamos destinados à eternidade divina. Como no refrão meditativo imploramos:
“Ó Luz do Senhor, que vem sobre a terra, inunda meu ser, permanece em nós!”
- Conclua tua oração pedindo ao Senhor que te ajude a iluminar a vida das pessoas ao seu redor, iluminando assim o mundo. Peça também pela paz.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém!-
– Jesus é o enviado do Pai ao mundo. Ele é a luz do mundo. Qual o mistério que levaria alguém a “amar mais as trevas do que a luz”? É isto: a luz revela. Arranca os véus mentira e do pecado, denuncia a corrupção, a degeneração, o abuso, a violência, o crime. Para aquele que optou pelo mal, a luz é insuportável. Isto explica em muita gente a nítida aversão pela Bíblia, pois a Palavra de Deus – mesmo fechada e silenciosa – é permanente denúncia de seus descaminhos.
- Escuta o Evangelho segundo João, capítulo 12, versículos 44 a 50.
Naquele tempo: Jesus exclamou em alta voz: 'Quem crê em mim, não é em mim que crê, mas naquele que me enviou. Quem me vê, vê aquele que me enviou. Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. Se alguém ouvir as minhas palavras e não as observar, eu não o julgo, porque eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. Quem me rejeita e não aceita as minhas palavras já tem o seu juiz: a palavra que eu falei o julgará no último dia. Porque eu não falei por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele é quem me ordenou o que eu devia dizer e falar. E eu sei que o seu mandamento é vida eterna. Portanto, o que eu digo, eu o digo conforme o Pai me falou.'
- Ora, o Deus que é Luz veio para nos iluminar. Em seu sermão-programa, na sinagoga de Nazaré, Jesus repete a antiga promessa da Primeira Aliança: “proclamar aos cegos a recuperação da vista”. Na vigília pascal, o círio aceso que entra no templo às escuras é o símbolo mais evidente da missão iluminadora de Cristo no meio dos homens: “Eis a luz de Cristo!”. Jesus se apresenta como luz eterna, ao alcance de todos os povos, “a iluminar todo homem que vem a este mundo”. Repetimos todo ano o mesmo brado: “Eis a luz de Cristo!” Sabemos que não há outro meio de iluminar as trevas de humanidade...
- Somos hoje o reflexo da luz do mundo, ou estamos ainda nas trevas do pecado? A Páscoa de Jesus, a passagem da morte para a vida, tem realizado em nós seus sinais, os frutos de salvação que Deus espera de nós?
- “Quem crê em mim, não é em mim que crê, mas naquele que me enviou”. Somos convidados pelo Filho Jesus a crer no Pai, fonte, caminho e destino final de toda vida eterna. Estamos neste mundo, mas não somos dele, pois estamos destinados à eternidade divina. Como no refrão meditativo imploramos:
“Ó Luz do Senhor, que vem sobre a terra, inunda meu ser, permanece em nós!”
- Conclua tua oração pedindo ao Senhor que te ajude a iluminar a vida das pessoas ao seu redor, iluminando assim o mundo. Peça também pela paz.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Assim como era no princípio, agora e sempre. Amém!-