1º de julho, 4ª feira, 13ª semana do Tempo Comum
-Leitura orante do evangelho de hoje, dia 1º de julho, 4ª feira, 13ª semana do Tempo Comum.
–No cotidiano da vida nossa atenção é desviada para coisas banais e não percebemos a ação de Deus em nós e nas pessoas à nossa volta. Ficamos como que dominados, presos nas redes sociais, nos vídeos que nos distanciam de nós mesmos. Parar um pouco, rezar, refletir, meditar, nos ajuda a encontrar a harmonia interior e nos possibilita compreender melhor a presença e a ação de Deus em nossa vida.
- Abra os ouvidos e o coração para acolher o Evangelho de Jesus Cristo Segundo Mateus, Capítulo 8, versículos 28 a 34.
“Quando Jesus chegou à outra margem do lago, à região dos gadarenos, vieram ao seu encontro dois possessos, saindo dos túmulos. Eram tão violentos que ninguém podia passar por aquele caminho. Eles então gritaram: “Que queres de nós, Filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?” Ora, acerta distância deles estava pastando uma manada de muitos porcos. Os demônios suplicavam-lhe: “Se nos expulsas, manda-nos à manada de porcos”. Ele disse: “Ide”. Os demônios saíram, e foram para os porcos. E todos os porcos se precipitaram, pelo despenhadeiro, para dentro do mar, morrendo nas águas. Os que cuidavam dos porcos fugiram e foram à cidade contar tudo, também o que houve com os possessos. A cidade inteira saiu ao encontro de Jesus. E logo que o viram, pediram-lhe que fosse embora da região.”
- Toda forma de dominação é uma violência. A expulsão dos demônios é sinal de que Jesus veio para libertar de tudo o que nos impede de agir com liberdade e de tudo o que oprime o ser humano. Mesmo assim Jesus permanece sem ser devidamente compreendido. Depois de expulsar os demônios e devolver a consciência aos que estavam possessos, o povo da cidade pediu que Jesus fosse embora. Também em nossos dias a prática de Jesus é negada e a sua proposta do Reino não é acolhida. Os que abraçam o caminho do Reino são chamados de subversivos, até de “comunistas”, simplesmente por buscar mais vida em abundância para todos.
-Os espíritos reagem a Jesus. Não se passa o mesmo com você? Quantas vezes não afastas Jesus porque se sente incomodado com a Sua proposta?
- “Que queres de nós, Filho de Deus?” Para ajudar a refletir, acompanhe essa breve reflexão de Edward Guimarães:
“Tu nos ofereces a tua experiência vivida em nossa história,
oh Mestre do Caminho da Salvação,
como um caminho árduo que exige fé, partilha e profecia,
como um caminho de conversão diária ao amar e servir,
mas um caminho que não trilhamos sozinhos e no escuro,
temos conosco, por companhia, a luz e a força da Ruah divina!
Que saibamos dizer não ao cristianismo morno e insosso,
que avaliza o levarmos uma vida medíocre e apequenada,
sem conversão diária ao Reino que é vivido em comunidade:
Somos todos e todas chamados a nos converter em prismas
que irradiam luz divina para o bem de toda a humanidade,
o brilho que jorra da práxis da justiça e da fratersororidade!”
- Termine sua oração colocando-se diante de Jesus, que vem ao nosso encontro para nos libertar de tudo o que oprime e nos tira a liberdade. Peça a ele que te guie nos caminhos da vida.
-Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém!
–No cotidiano da vida nossa atenção é desviada para coisas banais e não percebemos a ação de Deus em nós e nas pessoas à nossa volta. Ficamos como que dominados, presos nas redes sociais, nos vídeos que nos distanciam de nós mesmos. Parar um pouco, rezar, refletir, meditar, nos ajuda a encontrar a harmonia interior e nos possibilita compreender melhor a presença e a ação de Deus em nossa vida.
- Abra os ouvidos e o coração para acolher o Evangelho de Jesus Cristo Segundo Mateus, Capítulo 8, versículos 28 a 34.
“Quando Jesus chegou à outra margem do lago, à região dos gadarenos, vieram ao seu encontro dois possessos, saindo dos túmulos. Eram tão violentos que ninguém podia passar por aquele caminho. Eles então gritaram: “Que queres de nós, Filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do tempo?” Ora, acerta distância deles estava pastando uma manada de muitos porcos. Os demônios suplicavam-lhe: “Se nos expulsas, manda-nos à manada de porcos”. Ele disse: “Ide”. Os demônios saíram, e foram para os porcos. E todos os porcos se precipitaram, pelo despenhadeiro, para dentro do mar, morrendo nas águas. Os que cuidavam dos porcos fugiram e foram à cidade contar tudo, também o que houve com os possessos. A cidade inteira saiu ao encontro de Jesus. E logo que o viram, pediram-lhe que fosse embora da região.”
- Toda forma de dominação é uma violência. A expulsão dos demônios é sinal de que Jesus veio para libertar de tudo o que nos impede de agir com liberdade e de tudo o que oprime o ser humano. Mesmo assim Jesus permanece sem ser devidamente compreendido. Depois de expulsar os demônios e devolver a consciência aos que estavam possessos, o povo da cidade pediu que Jesus fosse embora. Também em nossos dias a prática de Jesus é negada e a sua proposta do Reino não é acolhida. Os que abraçam o caminho do Reino são chamados de subversivos, até de “comunistas”, simplesmente por buscar mais vida em abundância para todos.
-Os espíritos reagem a Jesus. Não se passa o mesmo com você? Quantas vezes não afastas Jesus porque se sente incomodado com a Sua proposta?
- “Que queres de nós, Filho de Deus?” Para ajudar a refletir, acompanhe essa breve reflexão de Edward Guimarães:
“Tu nos ofereces a tua experiência vivida em nossa história,
oh Mestre do Caminho da Salvação,
como um caminho árduo que exige fé, partilha e profecia,
como um caminho de conversão diária ao amar e servir,
mas um caminho que não trilhamos sozinhos e no escuro,
temos conosco, por companhia, a luz e a força da Ruah divina!
Que saibamos dizer não ao cristianismo morno e insosso,
que avaliza o levarmos uma vida medíocre e apequenada,
sem conversão diária ao Reino que é vivido em comunidade:
Somos todos e todas chamados a nos converter em prismas
que irradiam luz divina para o bem de toda a humanidade,
o brilho que jorra da práxis da justiça e da fratersororidade!”
- Termine sua oração colocando-se diante de Jesus, que vem ao nosso encontro para nos libertar de tudo o que oprime e nos tira a liberdade. Peça a ele que te guie nos caminhos da vida.
-Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém!