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#NossaHistóriaNasComunidades: São João Paulo II na memória e no coração

São João Paulo II, ao lado de dom Luciano Mendes de Almeida, se prepara para celebrar Missa aos pés da Serra do Curral, na Capital Mineira, em 1980. Décadas depois, São João Paulo II se tornaria padroeiro de Paróquia nascida em Caeté

Em julho de 1980, o Papa São João Paulo II desembarcou na Capital Mineira. Era a primeira e única visita de um Pontífice a Minas Gerais. A multidão, com mais de 1,5 milhão de peregrinos, participou da celebração Eucarística presidida pelo “Papa Peregrino”, aos pés da Serra do Curral.  Quase trinta anos depois, aos pés da Serra da Piedade, com a intercessão da Mãe Padroeira de Minas Gerais,  em 2016, é criada a Paróquia São João Paulo II, no coração de Caeté, cidade com mais de 300 anos que é um dos berços do povo mineiro.

A criação da Paróquia é fruto do trabalho de muitos evangelizadores leigos e consagrados, inicialmente pertencentes às Paróquias Nossa Senhora do Bom Sucesso e São Francisco de Assis, sediadas também em Caeté. No início do terceiro milênio, os evangelizadores da cidade começaram a trabalhar pela criação de nova paróquia, percebendo as necessidades da região. Desde aquela época, foi trilhado um caminho de amadurecimento, consolidação de serviços e organização que permitiu a realização do grande sonho.

Assim, o arcebispo dom Walmor, em diálogo com o então bispo auxiliar referencial da Regão Episcopal Nossa Senhora da Piedade (Rensp), sacerdotes da Forania Nossa Senhora do Bom Sucesso e evangelizadores leigos, criou a Paróquia São João Paulo II,  a partir de um modelo contemporâneo: as sete comunidades se organizam em rede, cada uma com a sua importância e singularidade. Por isso, a opção foi por não denominar uma das igrejas da então nova paróquia como matriz.

As comunidades em rede

Comunidade Nossa Senhora das Graças, fruto do trabalho de evangelizadores que, na década de 1960, em um terreno doado, construíram pequena capela, lugar referência para orações e reuniões que deram origem ao atual bairro Bonsucesso.

Comunidade Nossa Senhora da Conceição, constituída nos anos 1970 e 1980, a partir do trabalho dos vicentinos e outros evangelizadores.

Comunidade Divino Espírito Santo, que começou com a reunião de fiéis para celebrar a Missa na porta da casa de moradores do bairro Maria Izabel. Atualmente, a Igreja da comunidade está em construção.

Comunidade Mãe Rainha, nascida na década de 1990,  partir da devoção a Nossa Senhora – Mãe Três Vezes Admirável.

Comunidade Santo Antônio Deschamps, que surge a partir  de graça alcançada por um fiel  já falecido. Ele, em gratidão, decidiu, na década de 1970, organizar festa dedicada a Santo Antônio. Após a sua morte, seus familiares e vizinhos, no bairro Deschamps, decidiram continuar com a devoção. A Igreja de Santo Antônio começou a ser construída em 1997.

Comunidade Santo Antônio de Rancho Novo, com origem em 1913, quando foi edificada a capela a partir de doações. Com o passar dos anos, a pequena Igreja foi reformada e ampliada.

Comunidade São Judas Tadeu, iniciada pelo então seminarista Danil dos Santos e evangelizadores da região, em meados da década de 1990. No ano 2000, a comunidade passou a se reunir no templo em construção. A Igreja foi erguida com o trabalho e doação dos fiéis. As imagens do padroeiro também são fruto da solidariedade da comunidade.

As comunidades, cada uma com a sua rica história, compõem a rede sob proteção de São João Paulo II. Inscrevem bonito capítulo na caminhada centenária da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Nossa história nas comunidades

A Arquidiocese de Belo Horizonte vai contar a sua história a partir da sua rede de comunidades de fé. Para essa missão, pede a ajuda de seus evangelizadores, especialmente dos padres, profissionais das secretarias paroquiais e agentes da Pastoral de Comunicação. O objetivo é reunir um acervo com fotos e outros registros que testemunhem a história de cada comunidade paroquial. Podem ser registros fotográficos de eventos especiais, de evangelizadores marcantes, ou mesmo cartas e mensagens que ajudem a apresentar a história das comunidades paroquiais.

A iniciativa busca resgatar imagens, textos e outros registros que estão nos arquivos das paróquias e comunidades de fé. Preciosidades que merecem ser mais conhecidas por todos, pelo valor histórico e afetivo. Vamos publicar esse tesouro nas redes sociais, sites e meios de comunicação da Arquidiocese de Belo Horizonte.

O endereço de e-mail para nos enviar os registros de sua comunidade paroquial é: imprensa@arquidiocesebh.org.br.