Você está em:

Dom Mol: se cuidem, cuidem daqueles que ama e de todos quantos for possível

Com o avanço dos casos do novo coronavírus (Covid-19) no Brasil e no mundo tem crescido também, em velocidade acelerada, o número de informações falsas (fake news) sobre a doença circulando pela internet. O grande problema que essas fake news causam é a desinformação que ajuda a criar um clima de pânico na população que está sendo obrigada a viver de quarentena. Para combater as falsas notícias sobre saúde, muitas entidades e organizações têm trabalhado para desmentir esses boatos.

Este trabalho de cuidado com o outro tem sido de extrema importância pois é uma forma de demonstrar amor pelo próximo. O bispo auxiliar de Belo Horizonte e presidente da Comissão Episcopal para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Joaquim Giovani Mol, pede para que as pessoas se cuidem, cuidem daqueles que ama e de todos quantos for possível.

“Cristão é seguidor de Cristo. Cristo é a verdade. Cristãos amam a verdade. Cristãos não produzem mentiras (fake news), nem as compartilham, nem acham graça delas, nem as aceitam, nem compactuam com elas, nem se deixam enganar por elas, nem tiram proveito próprio delas. Cristãos combatem e destroem fake news”, afirma dom Mol.

Para alertar e ajudar a população a não cair nas informações falsas, a coordenadora de Comunicação e Marketing da Província Marista Brasil Centro-Sul, Elinéia Denis Ávila, dá dicas para detectar e evitar a propagação das fake news, mostrando como é possível checar as notícias recebidas antes de compartilhar. “A gente precisa ter consciência de que essas notícias colocam em risco tanto nosso sistema de saúde quanto a nossa saúde. E o que são essas informações. Em geral, são memes, dicas, textos, vídeos e até áudios que circulam sem uma fonte confiável. Em geral, elas se espalham rapidamente e é por isso que precisamos tomar cuidado”, alerta.

Você está em:

Dom Walmor se reúne com representantes de povos indígenas para apresentação de relatório do Cimi

O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, falará sobre o trabalho da Igreja no Brasil dedicado aos povos indígenas, durante a apresentação do relatório elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), nesta quarta-feira, dia 30. O relatório, de título “Violência contra Povos Indígenas no Brasil”, apresenta um panorama sobre a realidade dos índios, a partir de dados reunidos em 2019.

O lançamento será por videoconferência, em razão da necessidade de se respeitar o distanciamento social, e  contará com a participação de três lideranças indígenas, que apresentarão um pouco da realidade vivida no cotidiano de seus territórios: Maryelza (Makaya) Apurinã, da Terra Indígena Valparaíso, localizada em Boca do Acre (AM); Wagner Krahô-Kanela, da Terra Indígena Krahô-Kanela, localizada em Lagoa da Confusão (TO); e Adelicia Paulino Guajajara, da Aldeia Mucura, na Terra Indígena Arariboia (MA). Junto com dom Walmor, farão parte da apresentação do Relatório o presidente do Cimi e arcebispo de Porto Velho, dom Roque Paloschi;  o secretário-executivo do Cimi, Antônio Eduardo Oliveira; e os organizadores da publicação, Lucia Rangel e Roberto Liebgott. A mediação será feita por Marline Dassoler, missionária do Cimi.

O Conselho Indigenista Missionário

Vinculado à CNBB, o Cimi busca  testemunhar e anunciar profeticamente a Boa-Nova do Reino, a serviço dos projetos de vida dos povos indígenas. O Conselho denuncia as estruturas de dominação, violência e injustiça, a partir do diálogo intercultural, inter-religioso e ecumênico, apoiando as alianças desses povos entre si e com os setores populares para a construção de um mundo para todos, igualitário, democrático, pluricultural e em harmonia com a natureza, a caminho do Reino definitivo.