Famílias amparadas pelo Projeto Providência recebem ajuda para ficarem em casa e se protegerem da Covid-19

Famílias pobres recebem o amparo do Projeto Providência,  para enfrentar o isolamento social, necessário à prevenção à Covid-19 e suas consequências econômicas, muito mais graves para aqueles têm poucos recursos e ainda sofreram grandes perdas nos últimos meses.

Nos últimos meses,  funcionários, voluntários e doadores,  intensificam a dedicação às famílias amparadas pelo Projeto Providência nas unidades Taquaril e Vila Maria e Fazendinha. Os educandos e seus familiares receberam doações de cobertores, de cestas básicas, material de limpeza, entre outros materiais de higiene e cuidado pessoal.

Além disso,  a equipe do Projeto Providência tem visitado as casas com o propósito de orientar  sobre o acesso às políticas públicas.

Para se ter uma ideia, as ações que levam amparo aos mais pobres neste tempo de pandemia alcança números expressivos: foram arrecadados cerca de 2,3 toneladas de agasalhos. Até o momento, quase 7 mil famílias foram beneficiadas, no total de 25.606 pessoas.

Trabalho voluntário 

Mais de 219 voluntários, que se ofereceram para fornecer orientação jurídica e psicológica para as famílias acompanhadas pelo Projeto Providência, além de auxílios em geral de organização, recepção e distribuição de donativos.

Orientação jurídica e psicológica 

484 famílias solicitaram orientação jurídica (trabalhista, acesso a políticas públicas ou violação de DH), dessas mais de 446 já receberam ou estão recebendo a orientação solicitada. Mais de 309 famílias solicitaram orientação psicológica em 12 comunidade de Belo Horizonte e Região Metropolitana.

O Projeto Providência

Criado em 1988, o Projeto Providência reúne uma equipe multidisciplinar, com o objetivo de auxiliar pessoas que vivem na extrema pobreza, ameaçadas por graves problemas, a exemplo do tráfico de drogas, ociosidade, alcoolismo e diferentes formas de violência. Com suas três unidades, ampara aproximadamente 1800 crianças de vilas e favelas, no período em que elas não estão na escola. Promove atividades educativas, esportivas e culturais, oferece reforço escolar e também refeições para os pequeninos das comunidades pobres.

 

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