Evangelizadores da Pastoral Hospitalar ajudam na recuperação de pacientes a partir dos ensinamentos de Jesus

Mesmo com as restrições impostas pela covid-19, os capelães da Pastoral Hospitalar da Arquidiocese de Belo Horizonte continuaram a fazer visitas a enfermos em diversos hospitais de Belo Horizonte. O atendimento foi realizado até em casos de alta complexidade.

O assistente eclesial da Pastoral da Saúde, diácono Paulo Franco Taitson, diz que é possível identificar nos hospitais uma cultura voltada à humanização dos serviços. “Os doentes já são tratados como mais humanidade, deixaram de ser apenas ‘número’”, explica o Diácono, que também é presidente do Conselho Curador do Complexo Hospitalar São Francisco de Assis, referência de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) em Belo Horizonte.

O diácono Paulo Taitson afirma que os evangelizadores da Pastoral Hospitalar buscam identificar, em cada gesto, as necessidades e a angústia de cada doente. “É pela expressão e pelo gestual que estabelecemos um díáglogo profícuo com o enfermo”, explica, acrescentando que, muitas vezes, as pessoas internadas nao conseguem se expressar por palavras. Para detalhar o trabalho realizado pela Pastoral, o diácono Paulo Taitson cita a obra “Por un ospedale più umano” (Por um hospítal mais humano), publicada em 1986, em que os autores  Marchesi, Spinelli e Spisanti lembram, desde as primeiras páginas, que a Boa Nova é a mensagem que alivia o homem, o pobre, o fraco e o doente em um nível jamais atingido antes.

Em 2020, a Pastoral Hospitalar, renovou o projeto de extensão “Vivenciando a prática da Pastoral Hospitalar”, em que alunos do curso de Teologia da PUC Minas que se preparam para o sacerdócio visitam enfermos nos hospitais de Belo Horizonte. Esses alunos estão também produzindo artigos científicos baseados na vivência da Pastoral.

 A Pastoral Hospitalar foi criada pelo arcebispo metropolitano de Belo Horizonte e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Walmor Oliveira de Azevedo, em março de 2012. O objetivo é prestar assistência religiosa aos pacientes internados em unidades hospitalares da Capital Mineira e da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

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