Memória: Pastoral da Aids promove vigília neste domingo, 17 de maio

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Neste terceiro domingo de maio, dia 17, a Pastoral da Aids promove a Vigília pelos Mortos de Aids. Na Arquidiocese de Belo Horizonte haverá especial momento de orações e memória às vítimas na Paróquia Nossa Senhora do Sagrado Coração, no bairro Inconfidentes, em Contagem, às 18h30.  Em Minas Gerais, a Pastoral da Aids também promove, neste domingo, especial vigília, na Diocese de Guanhães.

O coordenador da Pastoral da Aids na Arquidiocese de Belo Horizonte, Julimar de Souza, lembra que no terceiro domingo de maio todos são convidados a rezar pela memória dos falecidos.  A Vigília de 2026, promovida pela Pastoral da Aids da CNBB,  quer conclamar toda a comunidade cristã e a sociedade para o compromisso com a superação do estigma e do preconceito. Inspirados pelo Evangelho de Lucas (10,33-34) “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” somos chamados a cuidar das vidas feridas e a construir uma sociedade mais humana, fraterna e acolhedora. Neste ano, a campanha traz o tema “Da dor à esperança: vidas que nos chamam ao cuidado”, convidando a sociedade a transformar o sofrimento em solidariedade e compromisso com a dignidade humana.

Esperança e vida

Na Arquidiocese de Belo Horizonte a Casa de Apoio à Saúde Nossa Senhora da Conceição realiza importante trabalho de apoio para as pessoas que convivem com o HIV/Aids, sem vínculos familiares, necessitando de ajuda para recompor sua saúde física e emocional. Dados do Ministério da Saúde apontam que, de 1980 até setembro de 2025, o Brasil registrou 1.165.533 casos de aids e 402.300 óbitos. Ao longo das últimas décadas, importantes avanços científicos e terapêuticos mudaram a história da epidemia do HIV. Hoje, com diagnóstico precoce e adesão ao tratamento, pessoas vivendo com HIV podem ter qualidade de vida, projetar o futuro, constituir família e realizar seus sonhos.

História da Vigília

O movimento tem abrangência internacional e foi iniciado em maio 1983, em Nova Iorque, por mães, familiares e amigos de pessoas que morreram em decorrência da enfermidade. Desde  então, a vigília tornou-se um gesto mundial de memória, solidariedade e compromisso com a vida.



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