Fabrício Amorim indica obra que reflete sobre a impermanência da vida cotidiana

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“Quem mexeu no meu queijo?”  Ainda adolescente, Fabrício Amorim, coordenador administrativo-financeiro da rede de Colégios Santa Maria Minas ganhou de presente do seu pai o livro do escritor americano Spencer Johnson, considerado um fenômeno editorial. No Brasil, centenas de milhares de leitores se inspiraram na história dos ratinhos e dos homenzinhos em eterna busca por queijo em um labirinto. Fabrício recorda que o livro é escrito sob a forma de uma interessante metáfora: “Li ‘Quem mexeu no meu queijo?’ ainda na adolescência e, depois, reli na faculdade. É uma leitura simples, mas que inspira reflexões.”

Fabrício recorda que o livro trata basicamente sobre superar mudanças, acontece dentro de um labirinto. “Em um determinado momento os homenzinhos  e os ratinhos acumulam uma grande quantidade de queijo mas, de repente, o queijo some e os homenzinhos se perguntam: quem mexeu no meu queijo?”  Os ratos, lembra Fabrício, desenvolvem habilidades de buscar  caminhos novos dentro do labirinto, de forma a encontrar outros queijos, já os homenzinhos ficam reclamando, lamentando o que passou, o que tinham e hoje não têm mais, lembram-se do que perderam. “Assim como o queijo, a vida é feita de mudanças e cabe a nós entender e nos adaptar aos novos cenários, aos novos desafios, buscar o queijo em lugares diferentes, afinal ele nunca estará no mesmo lugar.  Assim como as nossas expectativas, pois a vida é feita de mudanças.”

O livro, “Quem mexeu no meu queijo?” que é um best seller, ganhou também uma versão para ser compartilhada com as novas gerações. A parábola do “Queijo” foi adaptada à realidade dos jovens, que convivem com mudanças em ritmo acelerado. Um livro para ajudar a enfrentar problemas nos estudos, na vida pessoal e mesmo a escolha de uma carreira.

 



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