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Dom Walmor fala sobre a 50ª Assembleia dos Bispos da CNBB

Em entrevista à TV Aparecida, dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, fala sobre a importância dos 50 anos da Assembleia Geral dos Bispos da (CNBB), como um marco na vida da Igreja e do povo brasileiro. “A grande riqueza das assembleias é a comunhão episcopal, a partilha, a espiritualidade e a oportunidade de discutir assuntos e temas de interesse da para a missão da Igreja no coração do mundo”, disse.

Sobre temas difíceis, como a aprovação pelo Supremo Tribunal Federal do aborto de anencéfalos, dom Walmor disse que os bispos se posicionaram como responsáveis que são por clarear e convocar a todos para compreender que a vida é dom e que precisa ser respeitada em todas as etapas, desde a fecundação até o declínio com a morte natural.

Assuntos importantes como as questões dos indígenas e quilombolas, minorias na sociedade, foram discutidos, à luz do evangelho.“Entre temas pastorais, de evangelização e questões pertinentes à vida da sociedade, temos uma gama enorme de riquezas que nos ajudam a compreender melhor e a nos situramos como pastores no caminho de nossa igreja, ajudando o caminho do mundo, para que ele seja na direção da justiça e da paz, compromomisso nosso, que o Senhor Jesus nos deu ao dizer de si: “Eu vim para que todos tenham via e a tenham em abundância.”

De acordo com dom Walmor, um gesto de solidariedade que marcou com votação unânime a 50ª Assembleia Geral dos Bispos, foi a aprovação da contribuição mensal das dioceses para ajudar as igrejas que têm menos condições de manter a evangelização e formar agentes de pastorais  e sacerdotes. 
 

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