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Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade – Brumadinho

Flávia Costa Reis[1]

memorialhistoriadorinv@arquidiocesebh.org.br

Hebert Gerson Soares Júnior[2]

inventario@pucminas.br

 

A região onde está localizada a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, o Vale do Rio Paraopeba, tem seu povoamento ligado às explorações realizadas pelos paulistas no século XVII, sendo a mais importante conduzida por Fernão Dias Paes Leme, iniciada em 1674, quando foram formados seus três principais núcleos de povoação: Ibituruna, São Pedro do Paraopeba e Sumidouro. Já o povoamento de Piedade do Paraopeba, hoje distrito de Brumadinho, teria se dado pouco depois, em princípios da segunda década dos setecentos, juntamente com o do Curral del Rei[3].

Ali foram criadas roças, como ponto de apoio aos exploradores, funcionando mais tarde como região abastecedora de produtos agrícolas, como o feijão, o milho e a mandioca. Além disso, era local de pouso para os viajantes a caminho de Ouro Preto e Mariana. Em torno de 1736, foi descoberto ouro em localidade ainda hoje conhecida como Tutaméia, nas proximidades de Piedade do Paraopeba, gerando maior crescimento populacional, com a concessão de sesmarias em áreas próximas aos “córregos das Congonhas, do Brumado, do Itatiaiuçu, da Cachoeira da Paraopeba e da Casa Branca.” (ANDRADE, 2014, p. 16).

Quanto à primitiva capela de Nossa Senhora da Piedade, tem-se conhecimento que se trata de edificação já existente na primeira metade do século XVIII, sem, no entanto, terem sido localizadas informações referentes à sua construção. Seus terrenos e edifício foram doados, por Bento Rodrigues da Costa, em 27 de fevereiro de 1729, conforme consta em documento localizado no Arquivo Arquidiocesano de Belo Horizonte: “Escriptura de doação e patrimonio que faz Bento Rodrigues da Costa de suas terras e capoeiras à Nossa Senhora da Piedade sita na Paraopeba”.

O documento menciona que o doador “havia comprado [as terras] ao Sargento Mór Leslico de Pontes Pinto” e que “nas quaes novamente se reidificara a Igreja de Nossa Senhora da Piedade”. A última informação sugere, portanto, que a capela teria sido reconstruída ou reformada no período da doação, supondo-se, portanto, que existiria antes disso. Em fins da década de 1950, em meio às reformas pelas quais passava a Matriz, foi encontrado sob seu piso de campas, um fragmento de viga com a inscrição MDCCXIII (1713), ano que passou a ser reconhecido pela população como o da construção da capela.

Como filial do Curral del Rei, possuía capelão próprio, sendo citados, por Trindade (1945), os curas Padre Joaquim da Serra Gomes e Padre Mateus de Sousa Teixeira, lá identificados no ano de 1748. A intensa movimentação populacional local, aliada à longa distância entre a capela e sua Matriz, a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem, fez que com houvesse tentativa, por parte do então Bispo de Mariana, Dom Frei Manoel da Cruz, de se elevar o curato à Freguesia, tendo, porém, que voltar atrás, por ordem régia, poucos anos depois. A elevação viria apenas no século seguinte, por meio de Decreto Regencial de 14 de julho de 1832. Perde, porém, o título de matriz no ano de 1959, a pedido do então pároco Padre Agostinho Bonifácio Silva, quando a sede da paróquia foi transferida para a Igreja de Jesus, Maria e José, no distrito de Aranha, somente retornando à igreja de Nossa Senhora da Piedade em 1972 (ATAÍDE; CRUZ, 2007, p. 46).

Nas visitas pastorais realizadas por Dom Frei José da Santíssima Trindade, entre 1822 a 1825, a igreja é descrita situando-se “a 6 léguas da matriz e duas do Rio Grande, com 1.161 almas, tendo por seu capelão o padre João Batista Soares de Miranda”. (TRINDADE; OLIVEIRA, 1998, p. 139).

Nesse mesmo período, decidiu-se que seria construída uma edificação mais ampla, de forma a abrigar melhor o grande número de fiéis da comunidade. Sua ornamentação, como retábulos e peças de imaginária, foram transferidos para o novo edifício, que ficava em terreno nas proximidades da antiga capelinha. Acredita-se que, assim que as obras da nova igreja foram finalizadas, ocorreu a demolição do antigo templo.

Figura 1: Memorial Brumadinho | Piedade do Paraopeba-MG. Sem data. Disponível em: https://www.folhadebrumadinho.com.br/fe-e-tradicao-comeca-o-112o-jubileu-de-n-s-da-piedade/, acesso em abril/2021.

Infelizmente, devido às várias reformas descaracterizantes pelas quais a igreja passou ao longo dos anos, pouco resta do seu original oitocentista. Em fins do século XIX, o edifício foi ampliado, construindo-se as torres e alas laterais. No decorrer do século XX, outras reformas ocorreram, nas quais, entre outras modificações, toda a sua estrutura em adobe seria substituída por alvenaria, seu piso de campas por ladrilho hidráulico e, posteriormente, por cerâmica.

Seus retábulos, um mor e dois colaterais, apesar de já muito modificados, apresentam talha com características que se aproximam do estilo Nacional Português, de influência paulista, de inícios do século XVIII. Segundo Bohrer (2015)

O mor, apesar de muito alterado estruturalmente e sucessivas vezes repintado, exibe duas colunas que guarnecem o camarim e um arco simples, todos de espiras lisas. Detalhes como as mísulas e resíduos de folhas de acanto denotam grande antiguidade. Acima da arquivolta, há pequenos quadros entalhados que nos recordam partes de apainelados, muito usados em modelos protegidos por forros trifacetados. Por sobre o altar, sustentando partes do sotabanco, existem cariátides muito peculiares, confeccionadas por um mestre popular: apresentam braços colados ao corpo, sem mãos, corpete justo, que realça o busto e o decote, e saiote. (p. 366)

A Matriz também conta com vasto acervo adquirido desde o século XVIII, com peças de gosto popular, executadas em madeira, além de imagens executadas em gesso, datáveis da primeira metade do século XX. Segundo a tradição oral, sua padroeira, Nossa Senhora da Piedade, teria sido adquirida em Portugal e doada pela sra. Bárbara Eliodora Guilhermina da Silveira[4], esposa do inconfidente Dr. Inácio José de Alvarenga Peixoto, em promessa feita para que o marido não fosse condenado ao cárcere.

Em meio à pesquisa documental, pode-se notar intensa movimentação religiosa na paróquia, comprovada pela criação de diversas associações que pertenceram à Matriz ao longo dos anos, a mais antiga dentre elas seria a Irmandade do Santíssimo Sacramento, com Livro de Compromisso datado de 1750. Também foram encontradas: Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Paraopeba (Livro de Compromisso de 1813), Irmandade da Piedade (livro de 1908), Pia União das Filhas de Maria (1927), Diretoria da Obra das Vocações Sacerdotais (1927), Associação Cruzada Eucarística (1936), Congregação Mariana de Piedade do Paraopeba (1940), Associação das Damas de Caridade (1940) e Apostolado da Oração (1953). Hoje, existe o Terço dos homens e Terços das mulheres na Matriz, o Grupo de Oração Redenção em Palhano (fundado em 03/2018), e o Grupo Liturgia na comunidade de São Sebastião, em Casa Branca (fundado em 02/2018).

Em 1907, por meio de iniciativa do então Padre Ubaldo Anselmo da Silveira, foi criado o Jubileu de Nossa Senhora da Piedade, com a presença de mais de dois mil fiéis. Celebrado anualmente no mês de setembro, o jubileu se tornou tradicional, sendo a mais importante festividade da região, atraindo devotos de diversas localidades.

Arquitetura

As reformas da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade ao longo do último século prejudicaram a harmonia no seu interior e promoveram a perda quase total de seus elementos construtivos, restando do prédio apenas trechos dos elementos da fundação em baldrame de pedra[5] e a já mencionada tábua datada de 1713.

A tipologia “barroca tardia” criada a partir das ampliações e inserções de novos elementos conferiu certa semelhança às antigas matrizes mineiras, classificadas dentro do estudo do Prof. Sylvio de Vasconcellos. Sua volumetria está distribuída a partir de corpo longitudinal, composto por dois blocos retangulares, destinados a abrigar o átrio, coro, nave, capela-mor e sacristia. Nas laterais da nave, corredores mais estreitos e mais baixos em relação a ela, com cobertura em meia água. A sacristia transversal, atrás da capela-mor, articula-se a esta por meio das capelas laterais e pelo acesso ao retábulo. Todos os espaços possuem cobertura com vedação cerâmica, assentada sobre lajes inclinadas em concreto armado. Na parte posterior da edificação, foram construídos ainda dois anexos onde funcionavam instalações sanitárias[6] e depósitos[7]. A planta, assim como os volumes, reflete a separação dos espaços mencionados e conserva a tradicional disposição dos espaços sacros.

Figura 02 – Frontispício da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade.

 Foto: Hebert Gerson Soares Júnior, 2018. Acervo do Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte/Inventário do Patrimônio Cultural.

O edifício está implantado em amplo adro gramado, no sentido NE-SW, acima do nível da rua, delimitado à frente por arrimo e escadaria de pedras. A fachada Nordeste (frontal) apresenta embasamento de pedra, escadaria em cantaria, cunhais em ressalto, porta principal centralizada, três janelas entaladas na altura do coro, cornija e faixa lisa sob beiral, que divide os dois primeiros níveis do frontão e das sineiras das torres. A portada é feita em madeira, de modo simplificado, sem tratamento ornamental, assim como as janelas do coro. Essas últimas são guarnecidas de guarda-corpo em madeira torneada. O frontão triangular possui óculo recortado ao centro, remate em telhas curvas e cruz latina no topo. As sineiras mantêm os falsos esteios em ressalto nas arestas, aberturas em vãos de verga em arco abatido, cobertura em coruchéus e remate em pequenos pináculos. A sineira a Noroeste possui relógio pintado e maquinário recém recuperado.

No lado interno, chega-se diretamente ao átrio, disposto entre o batistério (lado do Evangelho) e o acesso ao coro (lado da Epístola), ambos no interior das torres, cujas portas são em madeira torneada. O batistério guarda a antiga pia batismal, em cantaria, e um pequeno altar de madeira. O acesso ao coro é feito por escada helicoidal de madeira. À frente, o átrio é delimitado pelo pára-vento simples, em madeira. O coro, localizado no pavimento superior, apresenta estrutura em madeira, e balaustrada reta, em madeira torneada. Nas suas laterais, as torres fazem acesso às sineiras por meio de escadas de madeira.

Figura 03 – Vista interna da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade.

Foto: Hebert G. S. Júnior, 2017. Acervo do Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte/Inventário do Patrimônio Cultural.

A nave possui piso em dois níveis, separados por degrau, sobre o qual se assenta a balaustrada (ou mesa da comunhão) em madeira torneada. No nível anterior estão dispostos os bancos da assembleia e os acessos aos corredores laterais, por meio de arcadas de alvenaria. Acima destas, as janelas responsáveis pela iluminação interna do espaço. Nos ângulos do arco-cruzeiro, encontram-se os retábulos colaterais, dedicados a Nossa Senhora das Graças e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, nos lados do Evangelho[8] e Epístola[9], respectivamente. O arco-cruzeiro, deformado em função do seu alargamento, é encimado por pintura representando N. Sra. da Piedade. O forro da nave desenvolve-se em formato trifacetado, em estrutura de concreto armado, com pinturas recentes dos apóstolos sobre fundo colorido nos planos inclinados, e parte central pintada de branco.

Nos corredores laterais da nave destacam-se as rosáceas com vedação em madeira e vidro, e molduras em ressalto que as conectam às portas laterais. A cobertura é feita internamente por laje de concreto armado, em meia água, pintada de branco. Através desses corredores laterais, é possível ainda acessar as capelas laterais à capela-mor, por meio de corredor atrás dos retábulos.

Na capela-mor, mais baixa e menor que a nave, o piso é igualmente feito em dois níveis. O inferior é formado pelo prolongamento daquele da nave (a partir da balaustrada), e o superior em tabuado de madeira, forma o presbitério, cujo acesso é feito por escada frontal. As ilhargas apresentam-se em dois vãos de conexão com as capelas laterais, sobre os quais existem duas janelas para iluminação. O retábulo-mor ocupa todo o fundo do espaço, como ponto organizador de todo o espaço. O forro da capela-mor é feito em laje de concreto armado, formato trifacetado, com pintura representativa do Divino Espírito Santo ao centro, sobre fundo branco.

As capelas laterais conectam a capela-mor e os corredores na nave à parte posterior da edificação. Nelas, os vãos são vedados por portas e janelas em madeira, sendo essas últimas protegidas por gradil de balaústres torneados. A cobertura é feita em laje inclinada (meia água), pintada de branco.

A sacristia ao fundo da capela-mor, transversal a esta, apresenta dois espaços, um atrás do retábulo-mor (subdivido em outros dois) e outro atrás do retábulo da capela do lado do Evangelho. Ambos são utilizados para guarda de objetos e peças da igreja.

Atualmente, o imóvel está passando por obras de restauração, em sua segunda fase, cujo objetivo é recuperar a harmonia interna e conservar os elementos construtivos. Todas as intervenções são acompanhadas pelos órgãos responsáveis, com participação da comunidade local. Após a recuperação do prédio, será iniciada a restauração dos elementos artísticos.

Percebe-se, assim, que, mesmo tendo perdido parte de sua originalidade, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade mantém sua importância histórica e devocional, ao conservar lembranças dos tempos faustosos da mineração. Além disso, sua ancianidade histórica é inegável, bem como seu valor para a população local, demonstrado por meio do tombamento municipal – Decreto nº 024, de 22 de março de 2010.

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[1] Possui graduação em História pela PUC-Minas (2007), e atualmente é aluna do mestrado em Artes da Faculdade de Belas-Artes Arquitetura da UFMG. Integra o corpo técnico de colaboradores do Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte/Inventário do Patrimônio Cultural.

[2] Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-Minas (2014), e pós-graduação em Patologia, Terapia e Manutenção de Edificações (2018) pela mesma universidade. Integra o corpo técnico de colaboradores do Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte/Inventário do Patrimônio Cultural.

[3] O topônimo foi mantido conforme utilizado pelo historiador Abílio Barreto em “Belo Horizonte: memória histórica e descritiva – história antiga”, publicado em 1996, pela Fundação João Pinheiro/Centro de Estudos Históricos e Culturais.

[4] A grafia do nome de Bárbara Eliodora foi mantida, por considerar a assinatura da própria senhora, em carta enviado ao Sr. João Rodrigues de Macedo, disponível em:

http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_manuscritos/mssi351113n1/mssi351113n1.jpg, acesso em 04/05/2021 .

[5] Durante os serviços de drenagem do adro, realizados na primeira etapa da obra de restauração iniciada em 2019, foram encontradas peças de pedra do calçamento no entorno da igreja e reveladas partes de seu embasamento de pedra.  A obra foi executada pela empresa A3 Restauros, na qual também foram realizados reforços de fundação da torre direita (Sudeste), reforma da cobertura, demolição de instalações sanitárias, e demolição da viga e laje de concreto do coro, com substituição por madeira (piso e viga). A viga foi apoiada em pilar de concreto executado na mesma obra.

[6] Os sanitários foram demolidos na primeira etapa da obra de restauração da edificação, mencionada anteriormente.

[7] O cômodo de depósito foi mantido, apesar de prevista sua demolição no projeto de restauração. Em definição tomada pelos responsáveis pela segunda etapa da obra de restauração (Paróquia, Memorial da Arquidiocese, Prefeitura de Brumadinho, A3 Restauros, AMA-Aldeia e comunidade de Piedade do Paraopeba), o local será transformado em sanitários de uso dos fiéis. Os sanitários coletivos previstos em projeto não serão executados, em função dos altos custos envolvidos em sua construção e manutenção.

[8] Lado esquerdo, tomando-se por referência o visitante posicionado de frente para o altar-mor.

[9] Lado direito, tomando-se por referência o visitante posicionado de frente para o altar-mor.

 

Referências bibliográficas:

ANDRADE, Bernardo Alves de Brito. Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade Distrito de Piedade do Paraopeba Brumadinho/MG: subsídios históricos para o projeto de restauração. Ouro Preto, junho de 2014. Disponível em: <http://www.brumadinho.mg.gov.br/arquivos/Historico_da_Matriz_de_Piedade_do_Paraopeba_(1)(1).pdf> Acesso em 21 nov. 2018

ATAÍDE, Daniel da Silveira; CRUZ, Euler de Carvalho. Cadernos de História do Distrito de Piedade do Paraopeba. Edição comemorativa de Centenário do Jubileu de Nossa Senhora da Piedade. Volume II. Produção Independente. Brumadinho- MG. Setembro de 2007.

BOHRER, Alex. A talha do estilo nacional português em Minas Gerais: contexto sociocultural e produção artística. 2015. 426 f. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Pós-Graduação em História, Belo Horizonte, 2015.

BRASIL. Decreto de 14 de julho de 1832. Eleva a Parochias diversos Curatos da Provincia de Minas Geraes. In: BRASIL. Coleção das Leis do Imperio do Brazil de 1832: Parte Primeira. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1874. p. 31. Disponível em: <https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/doimperio/colecao3.html>. Acesso em novembro de 2018.

Inventário do Patrimônio Cultural da Arquidiocese de Belo Horizonte: Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade – Piedade do Paraopeba – Brumadinho (MG) / Coordenação: Mônica Eustáquio Fonseca. Belo Horizonte: Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte, 2012.

PONTES, Manuel José da Silva. Collecção das Memorias Archivadas pela Camara da Villa do Sabará, Revista Trimensal de Historia e Geographia, ou Jornal do Instituto Historico e Geographico Brasileiro, Rio de Janeiro, v. 6, p. 269-283, 1865. Disponível em: <https://books.google.pt/books?id=4_1AAQAAMAAJ&printsec=frontcover&hl=pt-BR&source= gbs_ge_summary_r&cad=0#v=onepage&q&f=false>.  Acesso em: nov. 2018.

SANTOS, Patrícia Ferreira dos. Poder e palavra: discursos, contendas e direito de padroado em Mariana (1748-1764). 2007. 306 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8138/tde-26022008-132352/publico/DISSERTACAO_PATRICIA_FERREIRA_SANTOS.pdf > Acesso em: nov. 2018.

TRINDADE, José da Santíssima; OLIVEIRA, Ronald Polito de. Visitas pastorais de Dom Frei José da Santíssima Trindade: 1821-1825. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1998.

TRINDADE, Raimundo Octavio da. Instituições de igrejas no bispado de Mariana. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Saúde, 1945.

VASCONCELLOS, Diogo de. História antiga das Minas Geraes. Belo Horizonte: Imprensa Oficial, 1904.         

 

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