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Bote fé e Bênção da Pedra Fundamental da Catedral Cristo Rei: uma festa em muitos atos

A presença dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) – a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora – na Arquidiocese de Belo Horizonte, no dia da bênção da pedra fundamental e iluminação da Cruz da Catedral Cristo Rei, foi marcada por uma grande festa, realizada em vários atos.

Os principais atos foram os últimos. Antes de chegar ao Mineirinho, o ato final, os símbolos da JMJ passaram pelo terreno onde será construída a Catedral Cristo Rei. Neste momento, o arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidiu a bênção da pedra fundamental da Catedral, seguida da iluminação da Cruz de Cristo Rei. Dirigindo-se às autoridades presentes, como o governador de Minas, Antônio Anastasia, e o prefeito de BH, Márcio Lacerda, e aos mais de cinco mil fiéis que acompanharam a celebração, dom Walmor disse que a “Catedral será lugar de espiritualidade e da mística, do serviço social, da arte, da cultura e da educação”. Lembrou que a solenidade dá início à edificação da Catedral Cristo Rei. “Começamos erguendo a Cruz de Cristo Rei”, salientou.

O governador Antônio Anastasia disse o dia foi histórico e que a Catedral Cristo Rei será “um símbolo da fé do povo mineiro”. Destacou que a Cruz de Cristo Rei foi feita de aço, nióbio e minério de ferro, riquezas e símbolos de Minas Gerais. Já o prefeito da capital, Mário Lacerda, disse que o empenho de todos na construção da Catedral reflete “a vontade da sociedade em buscar o bem coletivo e a transcendência”.

Antes de dirigir-se para o Mineirinho, dom Walmor fez questão de, na saída do terreno, despedir-se dos milhares de fiéis que acompanharam a bênção da pedra fundamental, “vinda do Santuário Nossa Senhora da Piedade – Padroeira de Minas Gerais”, conforme destacou o próprio arcebispo.

O último ato ocorreu no Mineirinho, com missa presidida por dom Walmor, com a presença dos símbolos. Em sua homilia, o arcebispo lembrou que a Igreja Católica busca colocar no coração de cada jovem a mensagem de Jesus Cristo. Ensinou que a “fé é nosso grande tesouro. Um tesouro que nos sustenta, fonte de sabedoria e riqueza para construirmos um mundo melhor”.

A chegada dos símbolos da JMJ em BH

O primeiro ato ocorreu em Betim, quando mais de 50 motoristas receberam os símbolos da JMJ e deram início à grande carreata, que levou a Cruz Peregrina e o Ícone de Maria para diversos pontos da capital mineira. O segundo ato foi no bairro Cabana, região Oeste de Belo Horizonte, quando centenas de fiéis, concentrados no Centro Juvenil Dom João Bosco, viveram a chegada dos símbolos após celebrarem a Eucaristia, em missa presidida pelo bispo auxiliar dom Luiz Gonzaga Fechio. Este momento, em comum com o quarto ato, realizado no Aglomerado da Serra, lembrou a forte presença da Igreja Católica junto aos mais humildes.

O terceiro ato ocorreu na PUC Minas, em celebração de acolhida preparada pela juventude da Pastoral na Universidade, que contou com a participação do reitor da instituição e bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, dom Joaquim Mol. Antes de chegar ao terreno onde será erguida a Catedral Cristo Rei, os símbolos chegaram à Praça do Papa, local onde, em 1980, o bem-aventurado Papa João Paulo II presidiu missa, durante sua visita à capital mineira. Na Praça, o bispo auxiliar dom Wilson Luís Angotti Filho abençoou os motoristas e motociclistas que acompanharam a carreata.

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