Dom Vicente de Paula Ferreira, C.Ss.R

Dom Vicente de Paula Ferreira, C.Ss.R  tornou-se religioso da Congregação Redentorista, na Província do Rio de Janeiro, em 1992. Ordenou-se sacerdote em 1996.

Dom Vicente nasceu em Alegre (ES), no dia 27 de outubro de 1970. O Papa Francisco o nomeou bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte no dia 8 de março de 2017. A ordenação episcopal foi celebrada no dia 27 de maio do mesmo ano, na Igreja São José, Centro de Belo Horizonte.

Foi nomeado bispo diocesano de Livramento de Nossa Senhora (BA), em 1º de fevereiro de 2023, pelo Papa Francisco.

Ministério na Arquidiocese de Belo Horizonte

O Bispo Auxiliar participou do Comitê Gestor da Mitra Arquidiocesana (Cogem) e também acompanhou o Vicariato Episcopal para a Ação Missionária. No Vicariato Episcopal para a Ação Pastoral, foi bispo referencial para o Secretariado Arquidiocesano da Vida Consagrada (Savic), Secretariado Arquidiocesano da Juventude (SAJ) e para o Serviço de Animação Vocacional (SAV). Também acompanha o Setor de Publicações da Comissão de Subsídios.

Dom Vicente também foi o bispo auxiliar responsável pela Comissão Arquidiocesana dos Diáconos (CAD), Conselho Arquidiocesano para o Diaconato Permanente (Cadipe) e Escola Diaconal São Lourenço (EDISAL).

Foi eleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral Ação Missionária do Regional Leste II da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no dia 5 de junho de 2019, durante a Assembleia Anual do CONSER Leste 2, para o quadriênio 2019-2023.

Brasão Episcopal

No alto do brasão, o triângulo, Santíssima Trindade. “Deus é amor” (1Jo 4,8). Amor que se revela superabundante na encarnação e paixão do Filho. “Deus amou tanto o mundo” (Jo 3,16). Jarra e bacia lembram o gesto do Mestre no Lava-Pés. Cruz, lança, esponja remetem ao evento salvífico central: o mistério pascal de Cristo. Aos pés da cruz, dom do Espírito, nasce a Igreja para testemunhar o evento Jesus Cristo. Jarro com água simboliza também a urgência de uma prática cotidiana do amor ao próximo, sobretudo aos pobres, aos abandonados, aos marginalizados, aos pecadores, preferidos de Jesus. Água lembra o batismo que introduz o fiel no Corpo de Cristo, a Igreja. Para o bispo, as três gotas remetem à sua tríplice missão: pastorear, santificar na plenitude do sacerdócio e servir à unidade. A cor violácea representa a luta contínua pela transformação do egoísmo em solidariedade. O azul celeste exalta Maria, trazendo suas iniciais. Seu sim é exemplo de perseverança e fidelidade à Palavra de Deus. Ela é a perfeita discípula, profetiza da libertação ao proclamar que Deus derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes (Lc 1, 46-56). Maria canta o Magnificat de todo Povo de Deus, lembrado pela clave de sol, nas linhas laterais, mostrando a relação entre a fé e a cultura, a arte, a poesia, a música, meios pelos quais a beleza do mistério de Deus está presente. Liturgia é antecipação, na terra, do que a fé espera encontrar no Reino definitivo, a grande festa da caridade, onde todos participarão da comunhão trinitária, fim último da criação.

 

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