Para celebrar um ano de falecimento do Papa Francisco, em 21 de abril deste ano, será apresentado o documentário “A Argentina de Francisco”. Elementos de uma viagem no tempo para descobrir o Papa antes de ele se tornar o Papa Francisco e, com ele, seus lugares, seus hábitos, seus pensamentos quando era “apenas” Jorge Mario Bergoglio, em Buenos Aires, estão presentes no documentário – uma história das raízes do Papa, contada sem a ajuda de um narrador, mas unicamente através dos testemunhos de pessoas que conheceram, em primeira mão, o caminho pastoral do então arcebispo da capital argentina.
Reencontrando Bergoglio
A apresentação oficial acontece nesta, quarta-feira, 8 de abril, na “Sala Pastrone”, na cidade de Asti, na Itália. O evento será aberto com uma breve saudação do bispo de Asti, dom Marco Prastaro, do prefeito da cidade, Maurizio Rasero e uma intervenção em vídeo de Paolo Ruffini, prefeito do Dicastério para a Comunicação da Santa Sé. Em seguida, será exibido o documentário de uma hora de duração, em espanhol com legendas em italiano. O documentário começa nos bairros de Flores e Almagro, onde o Papa Francisco nasceu e cresceu, envolvendo várias igrejas: a Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora (onde Francisco foi batizado e onde ia rezar todo dia 24 do mês); a Igreja de São José (ligada à sua vocação e à sua presença para uma oração todo dia 19 do mês); e o Oratório de Santo Antônio de Pádua, ligado aos Salesianos e ao seu amor por São Lourenço de Almagro (como relatado por um ex-dirigente e um ex-jogador do clube).
O documentário, filmado no final de 2024, foi dirigido por Eugenio Bonanata. A produção é da Telepace em colaboração com o Vatican News, com o patrocínio das dioceses de Asti, Alba, Cuneo, Mondovì e Verona.
Após a apresentação em Asti, outras apresentações serão realizadas, atualmente em fase de organização, em dois locais emblemáticos: Lampedusa e Roma e na prisão Regina Coeli, para recordar a primeira e a última saída do Papa Francisco do Vaticano.
Ao centro, o então arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, na Conferência de Aparecida, em maio de 2007