Santuário Arquidiocesano

Santuário Arquidiocesano Santo Antônio de Roça Grande

08h

10h
18h
08h
- Missa em Honra a Santo Antônio
19h30
- Missa em Honra a Santo Antônio celebrada na Ermida

Comunidade Nossa Senhora do Rosário

Domingo
09h

Para mais informações: Secretaria paroquial 

Horário de Funcionamento:

Terça  a  Sexta-feira:  08 às 12h  e 13h às 17h

Sábado:  08  às 12h

Domingo: 08  às 12h

Praça da Igreja, s/nº – Bairro Roça Grande – CEP: 34535-220 Sabará/MG

Telefone: (31) 3671.1435 (Também é Whatsapp)

 

Precisamos dos sacramentos para crescermos para além desta nossa vida humana pequena e para nos tornarmos, através de Jesus e como Jesus, filhos de Deus em liberdade e glória (Catecismo da Igreja Católica, 1129).

Conheça todos os sacramentos e de que forma são celebrados no Santuário Santo Antônio de Roça Grande.

 

 

 

Preparação

• Em vista da importância do batismo e da responsabilidade que os pais e padrinhos assumem, todos eles devem participar do encontro de preparação.

Para crianças até seis anos
Curso a ser agendado na Secretaria Paroquial pelo Telefone 3671-1435 (Também é Whatsapp)

Celebração: realizada no Primeiro e Terceiro Sábado do mês às 18h

Obs.: pais e padrinhos devem chegar até às 17h30 e se identificarem com a Pastoral do Batismo.

 

Para crianças acima de sete anos e adultos

Curso específico para adultos. Duração de um ano. O novo fiel, acima de 21 anos, receberá os sacramentos da Batismo, Eucaristia e Crisma.

Quais os documentos necessários para o batismo?

São necessários a certidão de nascimento da criança e o comprovante da preparação de Batismo dos pais e padrinhos (Em caso de preparação realizada em outra paróquia).

OBS: Os Padrinhos NECESSARIAMENTE precisam ser Católicos. E é muito conveniente que sejam participantes na Igreja e tenham o Sacramento da Crisma e uma vida de fé.

O que é o sacramento do Batismo?
Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta de entrada para a vida na comunidade e o acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornando-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e participantes de sua missão.

 

Quem pode receber o Batismo?

• Pode receber o Batismo qualquer adulto ou criança que não tenha sido batizada

• Toda criança tem direito ao sacramento do Batismo, independentemente da situação civil dos pais (solteiros, separados ou divorciados)

• Haja fundada esperança de que será educada na religião católica

• Filhos de pais que não têm a mesma religião, sendo um deles católico, podem ser batizados mediante pedido do casal ou apenas da parte católica

• Crianças a partir de 7 anos precisam receber uma preparação, junto a catequese

 

Qual é a missão do padrinho e da madrinha?

O padrinho e a madrinha têm dupla responsabilidade:

1. Orientar o(a) afilhado(a) no crescimento da fé, isto é, se os pais são indiferentes em relação à vida espiritual do filho, a função do padrinho e da madrinha é de intervir e/ou substituir os pais nesta missão

2. Amparar o afilhado em caso de doença grave ou de necessidades materiais de seus pais

 

Para padrinho e madrinha devemos escolher:

• Pessoas católicas e participantes da comunidade

• Que sejam batizadas, crismadas e tenham feito a Primeira Eucaristia

• Pessoas que tenham no mínimo 16 anos e/ou que não sejam idosas

• Pessoas que possuam laços fortes de amizade com a família

• Pessoas casadas no religioso ou solteiras desempedidas

• A escolha do padrinho ou madrinha é feita pelos pais ou responsáveis pelas crianças (em situações extraordinárias de falta de padrinhos, o ministro do Batismo pode também proceder à escolha)

• Não pode ser o pai nem a mãe da criança

 

Onde a criança deve ser batizada?

A criança deve ser batizada na comunidade que os pais frequentam. Caso se deseje realizar o batizado em outra paróquia ou comunidade, deve-se entrar em contato com a comunidade de origem e solicitar autorização por escrito.

 

É importante dar atenção à escolha do nome da criança?

Claro, o nome é como uma identidade pessoal. Ele marca a pessoa para a vida toda. Por isso, é necessário escolher nomes que tenham um significado especial para os pais ou para a própria criança e não somente por modismo.

 

Ser batizado ou não, faz diferença?

”…a maior graça que alguém pode receber na terra”

É através do Batismo que participamos da Redenção que Jesus nos conquistou com o Seu precioso sangue. Tanto assim, que Ele disse aos Apóstolos, pouco antes de sua Ascensão ao Céu: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,16). Pelo pecado de Adão e Eva, a humanidade se separou de Deus, e experimentou a danação, já que Deus é a fonte da vida do homem. Jesus veio para “tirar o pecado do mundo” (João 1, 29) e recolocar o homem em comunhão com Deus. Ele fez isso pela sua Paixão e Morte de Cruz, e deixou a Igreja e os sacramentos para que esta salvação chegue a cada pessoa. O Batismo é exatamente este primeiro sacramento que nos faz “membros do Corpo de Cristo” (conf. I Coríntios 12, 27) e participantes de Seus méritos. Assim, ser batizado é fazer parte de Jesus, é ser membro de Sua Igreja, é ser filho de Deus adotado por Jesus Cristo, é ter o Céu por herança, e ter Maria como Mãe. Logo, ser batizado faz muita diferença! Ser batizado é a maior graça que alguém pode receber na terra. Por isso, a Igreja não quer que ninguém fique sem o Batismo, e a criança, pela fé dos pais e padrinhos, deve logo ser batizada.

Eucaristia (do grego εὐχαριστία, cujo significado é “reconhecimento”, “ação de graças”) é uma celebração em memória da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Também é denominada “comunhão”, “ceia do Senhor”, “primeira comunhão”, “santa ceia” ou “refeição noturna do Senhor”.

A Eucaristia é o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, o sacrifício da cruz, que Ele instituiu para perpetuar pelos séculos, até seu retorno, confiando assim à sua Igreja o memorial de sua morte e ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal. Quando se recebe Cristo, a alma é coberta de graça e é dado o penhor da vida eterna.

 

Quando Cristo instituiu a Eucaristia?

Instituiu-a na Quinta-feira Santa, “na noite em que ia ser entregue” (1Cor 11,23), celebrando com os seus apóstolos a Última Ceia.

 

O que representa a Eucaristia na vida da Igreja?

É fonte e ápice de toda a vida cristã. Na Eucaristia, atingem o seu clímax a ação santificante de Deus para conosco e o nosso culto para com Ele. Ele encerra todo o bem espiritual da Igreja: o mesmo Cristo, nossa Páscoa. A comunhão da vida divina e a unidade do Povo de Deus são expressas e realizadas pela Eucaristia. Mediante a Celebração Eucarística, já nos unimos à liturgia do Céu e antecipamos a vida eterna.

 

Como Jesus está presente na Eucaristia?

Jesus Cristo está presente na Eucaristia de modo único e incomparável. Está presente, com efeito, de modo verdadeiro, real, substancial: com o Seu corpo e o Seu sangue, com a sua alma e a sua divindade. Nela está, portanto, presente de modo sacramental, ou seja, sob as espécies eucarísticas do pão e do vinho, Cristo todo inteiro: Deus e homem.

 

O que significa transubstanciação?

Transubstanciação significa a conversão de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo e de toda a substância do vinho na substância do Seu sangue. Essa conversão se realiza na oração eucarística, mediante a eficácia da Palavra de Cristo e da ação do Espírito Santo. Todavia, as características sensíveis do pão e do vinho, ou seja, as “espécies eucarísticas”, permanecem inalteradas.

 

O que se requer para receber a Santa Comunhão?

Para receber a Santa Comunhão, deve-se estar plenamente incorporado à Igreja católica e estar em estado de graça, ou seja, sem consciência de pecado mortal. Quem estiver consciente de ter cometido um pecado grave deve receber o sacramento da reconciliação antes de se aproximar da comunhão. Importantes são também o espírito de recolhimento e de oração, a observância do jejum prescrito pela Igreja e a atitude do corpo (gestos, roupas), em sinal de respeito a Cristo.

“Na Eucaristia, nós partimos ‘o único pão que é remédio de imortalidade, antídoto para não morrer, mas para viver em Jesus Cristo para sempre‘ “(Santo Inácio de Antioquia)

Trecho do Compêndio do Catecismo da Igreja Católica

 

PREPARAÇÃO 

Crianças

As crianças são preparadas através da Catequese (ensino e vivencia da fé católica) para receberem dois sacramentos, a Penitência e a eucaristia.

A preparação está divida em três momentos:

Iniciação – Para crianças menores (5 a 7 anos). Neste momento o foco é a vivencia da fé em comunidade explanada de forma lúdica.

1ª  etapa – para crianças que já fizeram a iniciação (8 a 9 anos). Nesta fase a criança aprende a doutrina da Igreja, os sacramentos, bíblia, vida comunitária.

2ª  etapa – para crianças que fizeram a 1ª etapa (9 a 10 anos). Esta etapa é marcada pela preparação remota para o sacramento da penitência e da Eucaristia. Principal foco: explanação sobre o pecado, meios para evitá-lo, a oração pessoal como caminho de fortalecimento, o dom da Eucaristia, alimento de vida eterna.

 

Adultos

A preparação é através do catecumenato (preparação para o Batismo, Penitência, Eucaristia e Crisma)
Veja o item1 – sacramento do Batismo.

Preparação para jovens de 15 anos ou mais. O curso tem duração de um ano e meio.

Agende sua Confissão:

Terça e Quinta (No período da Tarde)– Padre Weliton

Quarta e Sexta (No período da Tarde)– Padre Gilmar

Outros dias e horários, verificar disponibilidade na Secretaria Paroquial Telefone: (31) 3671.1435 (Este número também é Whatsapp)

Em caso de necessidade, pode-se procurar o Padre após a Missa.

O Que é o Sacramento da Penitência?

A reconciliação torna-se necessária porque se deu a ruptura do pecado, da qual derivaram todas as outras formas de ruptura no íntimo do homem e à sua volta.

A reconciliação, portanto, para ser total exige necessariamente a libertação do pecado, rejeitado nas suas raízes mais profundas.

Por isso, há uma estreita ligação interna, que une conversão e reconciliação: é impossível dissociar as duas realidades, ou falar de uma sem falar da outra.

A nova vida da graça, recebida no Batismo, não suprimiu a fragilidade da natureza humana nem a inclinação para o pecado (isto é, a concupiscência). O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento, para a conversão dos batizados que pelo pecado d’Ele se afastaram. Na tarde de Páscoa, o Senhor se mostrou aos Apóstolos e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoar os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos” (Jo 20, 22-23).

O pecado é uma ofensa a Deus, na desobediência ao seu amor. Fere a natureza do homem e atenta contra a solidariedade humana. O pecado arrasta ao pecado e a sua repetição gera o vício.

Podemos ainda distinguir entre pecado mortal e venial. Comete-se pecado mortal quando, ao mesmo tempo, há matéria grave, plena consciência e deliberado consentimento. Este pecado destrói a caridade, priva-nos da graça santificante e conduz-nos à morte eterna do inferno, se dele não nos arrependermos. É perdoado ordinariamente mediante os sacramentos do Batismo e da Penitência.

O pecado venial, que difere essencialmente do pecado mortal, comete-se quando se trata de matéria leve, ou mesmo grave, mas sem pleno conhecimento ou sem total consentimento. Não quebra a aliança com Deus, mas enfraquece a caridade; manifesta um afeto desordenado pelos bens criados; impede o progresso da alma no exercício das virtudes e na prática do bem moral; merece penas purificatórias temporais.

Cristo confiou o ministério da reconciliação aos seus Apóstolos, aos Bispos, seus sucessores e aos presbíteros, seus colaboradores, os quais portanto se convertem em instrumentos da misericórdia e da justiça de Deus. Eles exercem o poder de perdoar os pecados no Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Todo o fiel, obtida a idade da razão, é obrigado a confessar os seus pecados graves ao menos uma vez por ano e antes de receber a sagrada comunhão. Devem-se confessar todos os pecados ainda não confessados, dos quais nos recordamos depois dum diligente exame de consciência. A confissão dos pecados é o único modo ordinário para obter o perdão.

Dada a delicadeza e a grandeza deste ministério e o respeito devido às pessoas, todo o confessor está obrigado a manter o sigilo sacramental, isto é, o absoluto segredo acerca dos pecados conhecidos em confissão, sem nenhuma exceção e sob penas severíssimas.

Os efeitos do sacramento da Penitência são:

  • a reconciliação com Deus e portanto o perdão dos pecados
  • a reconciliação com a Igreja; a recuperação, se perdida, do estado de graça
  • a remissão da pena eterna merecida por causa dos pecados mortais e, ao menos em parte, das penas temporais que são consequência do pecado
  • a paz e a serenidade da consciência, e a consolação do espírito
  • o acréscimo das forças espirituais para o combate cristão

O apelo à conversão ressoa continuamente na vida dos batizados os quais têm a necessidade da conversão. Esta conversão é um empenho contínuo para toda a Igreja.

Catecismo da Igreja Católica

Celebrações do Matrimônio do Santuário Santo Antônio de Roça Grande:

• Marcar com antecedência de no mínimo 3 meses

• Participar do curso de preparação do Matrimônio (Ou trazer o comprovante do Curso de outra Paróquia)

• Horário da cerimônia agendado na Secretaria Paroquial

 

Documentos necessários:

• Xerox de documentos pessoais dos noivos

• Comprovante de residência

• Certidão de Batismo (batistério). Deverá ser retirado na paróquia em que o (noivo e a noiva) foi batizado. Obs: o batistério tem validade de 6 meses

 

O Que é o Matrimônio?

A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão da vida toda, ordenada ao bem dos cônjuges e à geração e educação dos filhos, foi elevada, entre os que são batizados, à dignidade de sacramento, por Cristo Senhor.

Diz Jesus em Mt 19,6: “De modo que já não são dois, mas uma só carne”. Isso mostra uma unidade profunda de duas vidas, confirmadas pelo pacto conjugal, ou seja, o consentimento pessoal irrevogável.

O sacramento do matrimônio significa a união de Cristo com a Igreja.

Concede aos esposos a graça de se amarem com o mesmo amor com que Cristo amou a sua Igreja. A graça do sacramento leva à perfeição o amor humano dos esposos, consolida sua unidade indissolúvel e os santifica no caminho da vida eterna. Se os cônjuges separam-se, divorciam-se, separam algo que Deus uniu. O novo casamento dos divorciados ainda em vida do legítimo cônjuge contraria o desígnio e a lei de Deus, que Cristo nos ensinou. Eles não estão separados da Igreja, mas não têm acesso à comunhão eucarística. Levarão vida cristã principalmente educando seus filhos na fé.

O lar cristão é o lugar onde os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de “Igreja doméstica”, comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã.

É preciso lembrar, ainda, que há certas situações que invalidam o matrimônio, ou seja, os noivos se casam à vista de todos, mas na verdade o casamento não se consolidou. Esses casos são resolvidos pelo “Tribunal Eclesiástico” das Províncias Eclesiásticas. Exemplo: dois primos em primeiro grau somente podem casar-se com a autorização do bispo ou dos padres autorizados por ele. Se os noivos-primos se casam sem essa autorização (sem a devida dispensa), o casamento está nulo.

Finalmente é bom lembrar que até para o matrimônio é necessário ter vocação, sem ela muitos casamentos fracassam.

Fonte: Caminho de vida – Preparação para a Crisma Livro 2. Autor Padre Alfieri Eduardo Bompani. Editora Santuário.

Se você, jovem, sente-se chamado a ser Padre na Igreja de Cristo, agende uma conversa com um dos Padres do nosso Santuário e faça contato com nosso Seminário Arquidiocesano Coração Eucarístico de Jesus

Convivium Emaús:

secretaria.sacej@arquidiocesebh.org.br

(31) 3375-2233 | (31) 3412-1814

Rua Ibirapitanga, 235 | Bairro Dom Cabral | CEP 30535-390 | Belo Horizonte – MG

Agendamento com os Padres do Santuário:

Terça e Quinta (No período da Tarde)– Padre Weliton

Quarta e Sexta (No período da Tarde)– Padre Gilmar

Outros dias e horários, verificar disponibilidade na Secretaria Paroquial – Telefone: (31) 3671.1435

O Que é o Sacramento da Ordem?

Cristo Senhor, para apascentar e aumentar continuamente o povo de Deus, instituía na sua Igreja vários ministérios, para bem de todo o Corpo. Com efeito, os ministros que estão dotados do poder sagrado estão ao serviço dos seus irmãos, para que todos quantos pertencem ao povo de Deus  alcancem a salvação.

A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo aos Apóstolos continua a ser exercida na Igreja, até ao fim dos tempos: é, portanto, o sacramento do ministério apostólico. E compreende três graus: o episcopado, o presbiterado e o diaconado

Como Solicitar a Unção dos Enfermos no Santuário Santo Antônio de Roça Grande:

• Agende a presença do Padre no domicílio do enfermo com os Ministros Extraordinários da Eucaristia ou por meio da secretaria paroquial no Telefone 3671-1435 (Também é Whatsapp)

• Pessoas de outras cidades e paróquias devem primeiramente fazer contato com os respectivos padres das paróquias mais próximas de onde mora o enfermo.

No Caso de Doentes hospitalizados, verifique se o Hospital em questão possui atendimento de Capelão.

 

 O que é a Unção dos Enfermos?

A Igreja crê e professa que existe, entre os sete sacramentos, um sacramento destinado de modo especial a confortar aqueles que sofrem provados pela doença, a Unção dos Enfermos. O efeito deste sacramento é conferir o dom do Espírito Santo, simbolizado pelo óleo e a imposição das mãos. Aí o Espírito é dado como conforto, paz e coragem para que o enfermo possa suportar com ânimo sereno a sua doença e fragilidade, unindo-se ao Cristo no mistério de sua paixão, completando, assim, na sua carne, o que faltou à paixão do seu Senhor. Portanto, o sacramento da unção ajuda a viver no momento da dor o próprio sacramento do Batismo, quando fomos unidos a Cristo na sua morte e ressurreição, bem como a prolongar na nossa existência o sacrifício do Cristo Jesus que comungamos no seu Corpo que partimos e no seu Sangue que repartimos. O fiel que sofre já não se desespera nem se amargura, pois sabe que está unido ao seu Senhor, sofrendo com Cristo para com Cristo reinar.

Assim, a Unção traz a cura do coração, isto é, da alma e, segundo a vontade de Deus, também do corpo: é o sacramento da saúde da alma e do corpo. É de grande consolo e ajuda, o fato de o enfermo experimentar a oração de toda a Igreja que por ele reza e a ele se une na sua enfermidade, intercedendo pela sua cura e libertação.

 

Quem deve receber este sacramento?

Devem receber a unção primeiramente aqueles fiéis católicos que se encontram num estado de doença grave e até mesmo em perigo de morte. Também aqueles que já se encontram num estado de certo perigo de morte devido à idade avançada. Neste caso, a sagrada unção os ajuda a viver a fragilidade da idade com paciência, coragem e generosidade, participando dos sofrimentos do Cristo. Finalmente, aqueles fiéis que devam submeter-se a uma intervenção cirúrgica séria ou que traga risco de vida.

Este sacramento pode ser repetido na mesma pessoa, tantas vezes quantas sejam necessárias.

É importante observar que não se pode administrar o sacramento a uma pessoa que já esteja morta. Os sacramentos somente podem ser administrados aos vivos. Em caso de morte naquele momento, e se persistir a dúvida se a pessoa morreu ou se ainda está viva, deve-se, então, administrá-lo.

 

Quem é o ministro da unção?

Ministros deste sacramento são os que receberam o sacerdócio ministerial, ou seja, o bispo e os presbíteros (os padres). O primeiro responsável pela administração deste sacramento é o pároco, que deve ter o cuidado de atender àqueles que o solicitam e até mesmo conscientizar os fiéis de sua paróquia para a necessidade de recebê-lo. Na impossibilidade de o pároco administrá-lo por algum motivo, pode-se e deve-se chamar um outro padre.

É também muito recomendável que alguns leigos da comunidade estejam presentes, pois é toda a Igreja que reza pelo enfermo.

 

Como se celebra a unção?

Quer num hospital, na igreja ou em casa, a celebração da Unção é sempre um ato litúrgico e, portanto, comunitário. O ideal seria celebrar o sacramento dentro da celebração eucarística e depois de ter confessado o enfermo. Não sendo possível, celebra-se somente a unção e, sempre que possível, dá-se a comunhão ao doente.

Quanto ao rito, a celebração começa com um ato penitencial, como na missa, depois, uma liturgia da palavra. A parte mais importante da celebração consta da imposição das mãos sobre o doente, suplicando a graça do Espírito e a unção com o óleo dos enfermos na fronte e na palma das mãos do enfermo. Este óleo é abençoado pelo bispo na Missa do Crisma, na Quinta-feira Santa. Se o óleo não estiver abençoado, o padre pode abençoá-lo no momento da celebração do sacramento. Após a unção, reza-se pelo enfermo e conclui-se com o Pai-Nosso.

 

E o viático?

A palavra “viático” vem do latim “viator” (viajante). É a comunhão dada ao enfermo que se acha em grave perigo de morte. O ideal seria dar esta comunhão na missa celebrada junto ao doente. No ato penitencial concede-se ao enfermo a absolvição de todos os seus pecados com uma indulgência plenária e, no momento da comunhão, o celebrante diz: “O Corpo de Cristo te guarde para a vida eterna”. O sentido é belíssimo: o Cristo faz-se alimento para aquele que viaja para a Casa do Pai, faz-se viático, alimento de viagem. Unidos a ele na eucaristia, sabemos que seremos conduzidos à vida eterna.

Então, não se deve confundir o viático com a comunhão que os ministros extraordinários levam aos doentes. Quando o padre administra a unção a um doente grave, é aconselhável que lhe dê a comunhão na forma de viático.

A Igreja ensina que todo fiel católico tem o direito e o dever de, antes da morte, comungar no Corpo do Senhor.

Bênçãos de objetos religiosos: após a missa, ainda dentro da igreja.

Bênçãos de casa no local: marcar na secretaria paroquial (somente no limite paroquial do Santuário). Para demais localidades, consulte o pároco da sua região.