meu dia em oração
Festa da Sagrada Família: José, Maria e o Menino Jesus
O Senhor dirigiu esta palavra a Abrão: «O seu herdeiro será alguém que sair do sangue de você». Abrão acreditou, o Senhor visitou Sara e cumpriu sua promessa. Sara deu à luz um filho. Abraão deu o nome de Isaac ao filho que lhe nasceu. (Gn 15,1-6;21,1-3)
1ª Leitura
Pela fé, Abraão, chamado por Deus, obedeceu e partiu para um lugar que deveria receber como herança. E partiu sem saber para onde. Foi pela fé que também Sara, embora sendo velha, se tornou capaz de ter uma descendência, pois ela acreditou em Deus, que lhe havia prometido isso. Assim, de um só homem, que estava praticamente morto, nasceu uma descendência tão numerosa como as estrelas do céu e tão numerosa como os grãos de areia da praia do mar. Pela fé, Abraão, submetido à prova, ofereceu Isaac; e justamente ele, que havia recebido as promessas, ofereceu seu único filho, do qual fora dito: «Em Isaac você terá uma descendência que levará o nome de você mesmo.» De fato, Abraão pensava que Deus é capaz de ressuscitar os mortos. Por isso, Abraão recuperou o seu filho. E isso se tornou um símbolo. (Hb 11,8.11-12.17-19)
Salmo ou Hino
O Senhor se lembra da aliança que selou com Abraão: «Eu lhe darei a terra de Canaã». Tinha mandado à sua frente José, vendido como escravo. O rei mandou soltá-lo e o constituiu administrador dos seus bens. Israel entrou no Egito. Deus fez seu povo crescer e o tornou mais poderoso que seus opressores. Então enviou Moisés. O Egito se alegrou quando saíram, porque sobre ele haviam infundido o terror. Deu a eles as terras das nações para que guardassem seus Estatutos e observassem suas Leis. Aleluia! (Sl 105,1b-6.8-9)
Evangelho do dia
Terminados os dias da purificação, conforme a Lei de Moisés, levaram o Menino para Jerusalém, a fim de apresentá-Lo ao Senhor, conforme está escrito na Lei: «Todo primogênito de sexo masculino será consagrado ao Senhor.» Foram também para oferecer em sacrifício um par de rolas ou dois pombinhos, conforme ordena a Lei. Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Era justo e piedoso. Esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava com ele. O Espírito Santo tinha revelado a Simeão que ele não morreria sem primeiro ver o Messias prometido. Movido pelo Espírito, Simeão foi ao Templo. Quando os pais levaram o Menino Jesus, para cumprirem as prescrições da Lei a respeito dele, Simeão tomou o Menino nos braços, e louvou a Deus, dizendo: «Agora, Senhor, conforme a tua Promessa, podes deixar o teu servo partir em paz. Porque meus olhos viram a tua Salvação, que preparaste diante de todos os povos: Luz para iluminar as nações e Glória do teu povo, Israel.» O pai e a mãe estavam maravilhados com o que se dizia do Menino. Simeão os abençoou, e disse a Maria, mãe do Menino: «Eis que este Menino vai ser causa de queda e elevação de muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Quanto a você, uma espada há de atravessar-lhe a alma. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações.» Havia também uma profetisa chamada Ana, de idade muito avançada. Ela era filha de Fanuel, da tribo de Aser. Tinha-se casado bem jovem, e vivera sete anos com o marido. Depois ficou viúva, e viveu assim até os oitenta e quatro anos. Nunca deixava o Templo, servindo a Deus noite e dia, com jejuns e orações. Ela chegou nesse instante, louvava a Deus, e falava do Menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Quando acabaram de cumprir todas as coisas, conforme a Lei do Senhor, voltaram para Nazaré, sua cidade, que ficava na Galileia. O menino crescia e ficava forte, cheio de sabedoria. E a graça de Deus estava com Ele. (Lc 2,22-40)
Vivendo a Palavra
No seio da família, ‘o Menino crescia e ficava forte, cheio de Sabedoria. E a Graça de Deus estava com Ele’. A festa de hoje nos faz contemplar o mais perfeito modelo inspirador para as nossas famílias – não só as originadas pelos laços de sangue, mas para a grande família da fé – a Igreja –, começando pela paróquia, origem da nossa comunidade eclesial, passando pelas dioceses e chegando à Igreja espalhada pelo mundo, com o Papa Francisco indicando os nossos caminhos.
Oração Final
Pai Santo, abençoa nossas famílias. Que não só as mães se espelhem em Maria, os pais em José e os filhos no Jesus Menino, mas que as relações dentro dos nossos lares façam lembrar o ambiente terno e delicado que se respirava na casinha de Nazaré. E que a nossa Comunidade Eclesial não seja diferente: sobre ela reine a Paz, a Concórdia, a Fraternidade e o Bem-querer. Por Jesus Cristo, teu Filho e nosso Irmão, que contigo reina na unidade do Espírito Santo.
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