Catedral Cristo Rei: Acolhida Solidária Dom Luciano ampliará serviços de amparo espiritual e social

 

 

 

 

 

As comunidades de fé da Arquidiocese de Belo Horizonte, celebram, com  toda a Igreja, a Solenidade de Cristo, Rei do Universo, no domingo, dia 25 de novembro. Uma programação em homenagem ao padroeiro reunirá centenas de fiéis na Catedral Cristo Rei, no bairro Juliana. 

A edificação do templo tem, entre seus objetivos, fortalecer ainda mais as  ações de amparo espiritual e social da Arquidiocese aos mais pobres, com a dedicação de um espaço especial à Acolhida Solidária Dom Luciano Mendes de Almeida. Porta de entrada para o serviço social da Arquidiocese, a Acolhida funcionará nas 24 horas do dia, oferecendo novos serviços, a exemplo do amparo aos familiares de pessoas que buscam a Capital para atendimento médico, farmácia comunitária e a Ciranda Solidária. Uma programação especial de celebrações e acolhida aos mais pobres, na Tenda Cristo Rei, foi preparada para este domingo.

Inspirado nos valores cristãos, todo o trabalho é orientado por três diretrizes: escuta atenta da pessoa atendida, análise da real possibilidade de gerar transformação na vida de quem precisa de ajuda; e encaminhamentos à rede socioassistencial da Igreja. “Nossa missão é prestar auxílio a pessoas vulneráveis que nos procuram diariamente”, esclarece A coordenadora de Projetos Eliene Gonçalves de Oliveira, responsável pelo acolhimento, explica que o. E devido à crise financeira este número tem aumentado.

A Acolhida Solidária ainda fornece material de higiene, roupas, cobertores, cestas básicas para os necessitados. Entre os meses de janeiro e agosto de 2018 foram realizados 7.325 atendimentos. Os interessados em fazer doações podem levá-las pessoalmente na sede da Acolhida no bairro Lagoinha ou fazer contato pelo telefone 3422.7141.

Outro braço importante da acolhida é a assistência jurídica e orientação aos familiares de presos e egressos do sistema prisional. Os atendimentos são voltados às pessoas carentes, atendidas pelas defensorias públicas do Estado, que necessitam de esclarecimentos. “É sabido que, com o alto número de demandas, os defensores não têm como dar informações minuciosas das ações judiciais. Por isso, com esse atendimento, procurarmos esclarecer a situação atual dos encarcerados e orientamos os familiares acerca das providências a serem tomadas ao longo do cumprimento da pena ou da ação”, elucida a advogada Cirlene Ferreira, responsável pelos atendimentos.

As informações são dadas passo a passo à medida que se avança a ação, e os familiares ficam cientes de todo o processo. Os objetivos são garantir o acesso a direitos e serviços básicos e apresentar os desafios vivenciados pelos egressos na retomada de liberdade. O setor também apura demandas de violação de direitos humanos nas unidades prisionais e violações de direito institucional. Os planos para o próximo ano compreendem o envolvimento da sociedade e do poder público para o fortalecimento de políticas de proteção social com foco na prevenção. Entre janeiro e agosto, o setor de orientação jurídica realizou 1.041 atendimentos.

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