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Jesus quer que o nosso coração seja livre do dinheiro, da vaidade e do poder

Jesus quer que o nosso coração seja livre do dinheiro, da vaidade e do poder – esta a mensagem essencial da homilia do Papa Francisco em Santa Marta na Missa na manhã desta sexta-feira. Partindo do Evangelho do dia em que Jesus nos diz: “Não acumuleis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os corroem e os ladrões arrombam os muros, a fim de os roubar” – o Papa Francisco desenvolveu a sua homilia deixando clara a diferença entre os tesouros luminosos que fazem o nosso coração ser livre de decidir e os tesouros terrenos que nos acorrentam o coração fazendo-o escravo das riquezas.

O Santo Padre declarou o amor, a paciência, o serviço aos outros e a adoração a Deus como sendo os tesouros luminosos que nos permitem ter um coração livre e apontou o dinheiro, a vaidade e o poder como os tesouros terrenos que nos roubam a liberdade escravizando o coração:

“ Aqui está a mensagem de Jesus. Se o teu tesouro está nas riquezas, na vaidade, no poder, no orgulho, o teu coração será acorrentado ali! O teu coração será escravo das riquezas da vaidade, do orgulho. E aquilo que Jesus quer é que nós tenhamos um coração livre. Esta é a mensagem de hoje. Por favor, tenham um coração livre, diz-nos Jesus. Fala-nos na liberdade do coração. E ter um coração livre pode-se ter apenas com os tesouros do céu: o amor, a paciência, o serviço aos outros, a adoração a Deus. Estas são as verdadeiras riquezas que não são roubadas. As outras riquezas pesam no coração, acorrentam-no, não lhe dão liberdade!”

Um coração escravo não é um coração luminoso – sublinhou o Papa Francisco – que considerou que um coração escravo dos tesouros da terra vive nas trevas e não vive na alegria e na liberdade. O Papa Francisco pediu ao Senhor que nos dê prudência espiritual para perceber que tesouro está ligado o nosso coração:

“Que o Senhor nos dê esta prudência espiritual, para perceber bem onde está o meu coração, a que tesouros está ligado o meu coração. E também nos dê a força de desacorrentá-lo, se estiver acorrentado, para que se torne livre, luminoso e nos dê esta bela felicidade dos filhos de Deus: aquela verdadeira liberdade.” (RS)

Rádio Vaticana

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