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   Repetidas vezes ouvimos o Papa Francisco pedir ao mundo que reze por ele. Desde o primeiro momento, quando ele foi apresentado como novo chefe da Igreja, ele se apresentou como um servidor, como alguém que precisa da ação de Deus, na força do Espírito Santo, para realizar sua missão como Bispo de Roma.

Repetidas vezes ele nos tem dado testemunho de humildade, apresentando-se sem complicações, sem excessos de burocracia, em um trato simples com as pessoas e as coisas da Igreja.

É um tempo novo que se apresenta. O Papa Francisco é corajoso para falar das questões atuais. Não teme apresentar suas opiniões e responde com simplicidade espontânea.

 

A Igreja se apresenta com um novo semblante, um rosto sorridente de quem está feliz, prestando o serviço generoso e acolhedor

Quando a malícia da imprensa se apresenta, como uma possível maneira de colocá-lo em situação difícil, suas respostas são tão prontas e naturais que surpreendem não somente a quem lhe pergunta, mas também ao mundo todo.

As respostas expressam a experiência de quem vive no meio do povo e compreende as dificuldades próprias da natureza humana e o esforço feito pelo ser humano para vivenciar as difíceis exigências dos valores evangélicos.

O mundo está profundamente envolvido pelo jeito fraterno e acolhedor do Papa. A Igreja se apresenta com um novo semblante, um rosto sorridente de quem está feliz, prestando o serviço generoso e acolhedor como sempre deveria ter um servidor de Cristo.

Devemos sim rezar pelo Papa, atendendo aos seus constantes apelos. Ele precisa da ação do Espírito para ter o discernimento permanente ao enfrentar os difíceis problemas que a Instituição apresenta, na sua excessiva 
 Burocracia.

As atitudes do Papa Francisco tem demonstrado claramente os anseios que os cristãos católicos esperam ver realizados, como sinal vivo do Reino de Deus no meio do mundo.

Ele nos convoca, a começar pelos bispos e padres, a inaugurar um novo modelo de Igreja. Renova os apelos tão enfatizados pelo Concílio Vaticano II de que somos o Povo de Deus caminhando em direção às realidades do nosso tempo. Mas tudo isso só acontecerá se a Igreja for missionária e pobre, para encontrar o Cristo em todo rosto, especialmente no rosto do excluído e do marginalizado.

Um novo tempo começa, tempo que se chama esperança. Rezemos sempre para o Papa Francisco.


Luiz César Antunes
Administrador paroquial da Paróquia Nossa Senhora
do Perpétuo Socorro – Lagoa Santa (MG)