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Há 30 anos a Pastoral do Trabalho de Belo Horizonte vem lutando por melhor inserção social da classe trabalhadora. Seus encontros são momentos de partilha entre cristãos que querem refletir como se dá a relação entre Fé e Vida, no âmbito profissional do ser humano.
 
Por se preocupar com a situação trabalhista dos que integram a sociedade, grande parte dos participantes é, também, engajada em movimentos populares como sindicatos, partidos políticos, associações de bairros e comissões de saúde.
 
A Pastoral do Trabalho foi impulsionadora do desenvolvimento de atividades na economia popular solidária, numa época em que a taxa de desemprego era bem mais alta 
A reflexão que parte do método ver, julgar e agir vai muito além do propósito que a pastoral traz em seu nome. Ela abrange, principalmente, as questões sociais.  A Pastoral do Trabalho foi impulsionadora do desenvolvimento de atividades na economia popular solidária, numa época em que a taxa de desemprego era bem mais alta que na atualidade e grande número de pessoas estavam na informalidade.
 
Em âmbito nacional, a Pastoral foi criada há 40 anos na região do ABC Paulista, como Pastoral Mundo do Trabalho. Naquela época, o movimento sindical estava quase paralisado em consequência das intervenções do governo militar. Na Arquidiocese de Belo Horizonte, ela foi instituída nos anos 80, já como Pastoral Operária.  
 
Atualmente, a Pastoral do Trabalho, está articulada em Betim, Belo Horizonte e Santa Luzia,. Reúne profissionais de outras áreas, além dos operários das metalúrgicas, como trabalhadores da saúde, da educação e do transporte , realizando 1800 atendimentos por ano.