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Não se pode fazer guerra em nome de Deus

 

«Não se pode fazer a guerra em nome de Deus» recordou o Papa Francisco na audiência geral de quarta-feira 21 de Janeiro, convidando os fiéis reunidos na Sala Paulo VI «a rezar juntos pelas vítimas das manifestações destes últimos dias no amado Níger». Ao denunciar a brutalidade perpetrada contra os cristãos, em particular crianças, e os assaltos contra as igrejas, o Pontífice invocou para o país «o dom da reconciliação e da paz» e auspiciou que «se possa restabelecer quanto antes um clima de respeito recíproco e de convivência pacífica» entre a população. «Nunca – admoestou – o sentimento religioso se torne ocasião de violência, prepotência e destruição».

Antes de lançar o apelo a favor do Níger, o Papa relembrou a viagem realizada de 12 a 19 de Janeiro na Ásia. «Foi sobretudo – explicou – um encontro jubiloso com a comunidade eclesial que, nestes países, deu testemunho a Cristo: confirmei-as na fé e na missionariedade». O Santo Padre garantiu, ainda,  ter encorajado o diálogo inter-religioso ao serviço da paz. (confira aqui a síntese da catequese do Papa Francisco, na audiência geral )

 

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