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Ministros da Igreja devem ser imagem viva da comunhão com Deus

Papa prossegue a série de catequeses sobre a Igreja, falando, nesta semana, sobre as qualidades e as virtudes necessárias para ser bispo, presbítero e diácono.

O apóstolo Paulo, nas chamadas Cartas Pastorais, segundo o Santo PAdre, não se limita a enumerar dons e graças sobrenaturais, mas fala de dotes como ser hospitaleiro, sóbrio, paciente, de coração bondoso, ou seja, qualidades tipicamente humanas que predispõem os ministros da Igreja para se relacionar com os outros de forma respeitosa e sincera. “Este é o alfabeto, a gramática de base de todo ministério!”, disse o Papa.

Entretanto, uma pessoa não é escolhida para bispo, presbítero ou diácono por ser mais inteligente, mais capaz ou melhor do que os outros, mas porque recebeu de Deus um dom particular. “Esta consciência de que tudo é dom, tudo é graça ajuda o pastor da Igreja a não cair na tentação de se colocar no cento da atenção ou de confiar unicamente em si mesmo”.

sentindo-se objeto da misericórdia e compaixão de Deus, o ministro da Igreja procurará ser sempre humilde e compreensivo com os outros. Mesmo chamado a custodiar com coragem o depósito da fé, ele se colocará à escuta das pessoas. Clique aqui, para ler a síntese da catequese do Papa Francisco.

 

Leia, ainda, os resumos das reflexões do Papa Francisco nas homilias das Missas celebradas na Casa Santa Marta, situada nas dependências do Estado do Vaticano:

 

14 de Novembro de 2014
O DIA DAS CRIANÇAS

 

13 de Novembro de 2014
O REINO DE DEUS NÃO É ESPETÁCULO

 

 11 de novembro de 2014
CRISTÃO NÃO SEJA PREGUIÇOSO; SIRVA ATÉ O FIM