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Fiéis recordam Irmã Benigna em Celebração

 
Fiéis de diversos municípios participaram na manhã deste sábado, na Paróquia Santa Teresa e Santa Teresinha, da Missa em memória pelos 32 anos do falecimento de Irmã Benigna. O arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, presidiu a celebração. 
 
Durante sua homilia, dom Walmor destacou o trabalho missionário desenvolvido pela religiosa. O Arcebispo também lembrou que cada um de nós deve seguir o exemplo da religiosa, escolhendo uma conduta de vida que dê fruto. “Irmã Benigna é exemplar porque ela trilhou seu caminho com simplicidade, com amor aos pobres; sem muita complicação”.
 
Madre Neuza Cota da Silva, superiora geral da Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade, da qual pertenceu Irmã Benigna, considera este momento como tempo de graça. “Vivemos um tempo de muitas bênçãos com o testemunho de Irmã Benigna. É o momento para valorizarmos a oração, o amor ao próximo, especialmente aos mais necessitados. A lembrança de irmã Benigna nos faz renovar a esperança de vivermos em paz com Deus e as pessoas”, afirmou madre Neuza. 
 
Para a presidente da Associação dos Amigos de Irmã Benigna (Amaiben), Maria do Carmo de Souza, a celebração de hoje é a oportunidade de reviver o testemunho de irmã Benigna e também de pedir pela sua beatificação e canonização. Fundada há mais de 20 anos, a Amaiben reúne cerca de 800 associados. Entre as principais atividades estão a divulgação da vida e ensinamentos de Irmã Benigna, o apoio às obras sociais iniciadas pela religiosa e o auxílio aos mais necessitados.
 
Memória
 
Irmã Benigna (Maria da Conceição Santos) nasceu no dia 16 de agosto de 1907, em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha. Em 1935 ingressou na Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade e iniciou seu apostolado prestando serviços religiosos nos locais designados pela congregação. Em 1948, foi para o Asilo São Luiz, na Serra da Piedade, em Caeté. Depois de um período de muitos sofrimentos, Irmã Benigna foi designada a prestar serviços em um asilo-hospital em Lambari, no Sul de Minas, e trabalhou como parteira e enfermeira. Morreu em 16 de outubro de 1981, em Belo Horizonte.

 
 
 
 
 
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