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Dom Mol participa de reunião para aprimorar texto sobre competências de Comissões da CNBB

O bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, e reitor da PUC Minas, dom Joaquim Mol, que integra o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), participou de reunião destinada à revisão das atribuições de cada uma das 12 comissões episcopais pastorais. A iniciativa contribuirá para a discussão sobre o tema incluído na pauta da 57ª Assembleia Geral (AG) da entidade, a ser realizada de 1º a 10 de maio de 2019.

Outra ponto, aprovado pelos bispos que integram o Conselho Permanente, foi o número de bispos que integram cada comissão. A única alteração que os bispos sugeriram foi a de aumentar de 4 para 5 o número de bispos que integram a Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação para integrar o campo dos Bens Culturais. As demais comissões, segundo aprovação dos bispos, permanecem com o mesmo número de bispos.

O bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, lembrou que os titulares de cada Comissão serão eleitos na 57ª AG e que os demais são escolhidos pelo próprio Conselho Permanente.

Dom Waldemar Passini, presidente do regional Centro-Oeste, questionou sobre a necessidade de que haja uma comissão dedicada à reflexão sobre as novas comunidades, para além das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), e do tema referente à questão urbana, proposto pela novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE), a serem atualizadas na próxima Assembleia Geral.

O arcebispo de Montes Claros (MG) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Cultura e Educação da CNBB, dom João Justino de Medeiros, lembrou que DGAE são transversais ao trabalho de todas as comissões. O secretário-geral da CNBB, dom Leonardo, reforçou que cada comissão, após a realização da 57ª AG, deverá fazer seu Plano Quadrienal contemplando os desafios apresentados nas novas diretrizes.

O trabalho de revisão tomou por base um resgate da elaboração das atribuições dessas comissões nos últimos 10 anos considerando por exemplo os textos sobre as tarefas das comissões por ocasião da criação delas pela AG da CNBB. Falta, até a 57ª AG ocasião na qual o texto será analisado e aprovado pelos bispos do Brasil, um trabalho de revisão e padronização do texto para ser apresentado aos bispos.

O bispo emérito de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ), dom Francisco Biasin, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso, sugeriu a necessidade de um encontro entre os bispos que estão deixando o trabalho nas comissões e os novos bispos que assumirão no sentido de fazer um repasse de todo o acúmulo desenvolvido para assegurar o legado e a continuidade da metodologia de trabalho desenvolvida.