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Dom Mol: Estado de Minas publica reportagem sobre Reforma Política

O bispo-auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte e presidente da Comissão para a Reforma Política da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, participou na tarde desta terça-feira, 3 de setembro, de Ato Público em prol de uma Reforma Política Democrática e por Eleições Limpas, na sede da CNBB, em Brasília.

 

Durante o Ato Público, que contou com a presença de mais de 100 entidades da sociedade civil, foi apresentada a Coalizão Democrática pela Reforma Política e Eleições Limpas, uma campanha cívica, unificada e solidária. A Coalizão pretende encaminhar para o Congresso um projeto de lei, de iniciativa popular. De acordo com dom Joaquim Mol, o objetivo agora é buscar mais de 1,5 milhão de assinaturas para garantir a tramitação do projeto.

“Precisamos explicar para a população os pontos de nossa proposta, já que há uma indignação com a forma como vivemos a política em nosso país”, completou dom Mol. Ele destacou a força das entidades presentes, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), União Nacional dos Estudantes (UNE) e as diferentes igrejas cristãs em torno desse objetivo. “Esse mês será de grande trabalho para todas essas entidades”, destacou o bispo.

No último domingo, o jornal Estado de Minas publicou uma reportagem sobre os pontos principais da reforma política que a CNBB levará ao Congresso Nacional, com outras 12 entidades que trabalharam na elaboração do documento. A repórter Bertha Maakaroun entrevistou dom Mol, que destacou a altíssima representatividade das entidades envolvidas na elaboração da proposta. “Queremos mudanças já para valer nas eleições de 2014”, ressaltou o bispo.

Os cinco principais pontos do documento são: 1) afastar a influência do poder econômico das eleições, proibindo a doação de empresas; 2) necessidade de reformular o sistema político, incluindo a questão de gênero e estimular a participação dos grupos sub-representados; 3) regulamentação do artigo 14 da Constituição, em favor da democracia direta; 4) melhorar o sistema político partidário, aumentando a participação de militantes e filiados em torno de um programa político; 5) fidelidade partidária programática.
 

Clique aqui e leia a reportagem do jornal Estado de Minas.