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Arquidiocese fortalece a acolhida e o cuidado dedicados aos moradores de rua

A pandemia do coronavírus impôs uma rotina diferente nas cidades: ruas vazias, boa parte do comércio fechado, pessoas reclusas em suas casas, em uma quarentena necessária para se evitar a proliferação do vírus. Nesta situação, todos sofrem, especialmente os mais pobres, os que vivem nas ruas e não têm um lar para se proteger.

Com as ruas vazias, faltam gestos de solidariedade dedicados à população de rua – o prato de comida habitualmente oferecido por um restaurante, a roupa ou a esmola recebida de um bom coração que transita pelas vias da cidade. A partir dessa situação, a Pastoral de Rua, com os seus agentes, intensifica suas ações de amparo aos mais pobres. Os agentes de pastoral levam à população de rua alimentos, roupas e produtos para o cuidado com a higiene pessoal, ainda mais necessários neste tempo de combate à pandemia do coronavírus.

A entrega dos donativos é feita durante as visitas dos agentes às pessoas que vivem nas ruas. Não há ponto de distribuição fixo, justamente para se evitar aglomerações. Importante lembrar: os agentes são capacitados e devidamente orientados para que tomem as cautelas necessárias ao combate da pandemia do coronavírus.