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Dom Vicente de Paula Ferreira, C.Ss.R

O bispo auxiliar dom Vicente de Paula Ferreira, C.Ss.R é doutor em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com estágio pós-doutoral em Teologia, na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE). É graduado em Filosofia pela UFJF e em Teologia pela FAJE. Autor de várias obras, integrante da Sociedade de Estudos Psicanalíticos de Juiz de Fora, foi formador de estudantes Redentoristas de Teologia em Belo Horizonte.

Tornou-se religioso da Congregação Redentorista, na Província do Rio de Janeiro, em 1992. Ordenou-se sacerdote em 1996. Na Congregação Redentorista, dedicou-se à Província do Rio, Minas e Espírito Santo. Foi promotor vocacional, formador, vigário paroquial, participou de importantes trabalhos missionários e, por quase uma década, exerceu o ministério de Provincial da Congregação.

Dom Vicente nasceu em Alegre (ES), no dia 21 de outubro de 1970. O Papa Francisco o nomeou bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte no dia 8 de março de 2017. A ordenação episcopal foi celebrada no dia 1º de junho do mesmo ano, na Igreja São José, Centro de Belo Horizonte.

MINISTÉRIO NA ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE

O Bispo Auxiliar participa do Comitê Gestor da Mitra Arquidiocesana (Cogem) e também acompanha o Vicariato Episcopal para a Ação Missionária. No Vicariato Episcopal para a Ação Pastoral, é o bispo referencial para o Secretariado Arquidiocesano da Vida Consagrada (Savic), Secretariado Arquidiocesano da Juventude (SAJ) e para o Serviço de Animação Vocacional (SAV). Também acompanha o Setor de Publicações da Comissão de Subsídios.

Dom Vicente também é o bispo auxiliar responsável pela Comissão Arquidiocesana dos Diáconos (CAD), Conselho Arquidiocesano para o Diaconato Permanente (Cadipe) e Escola Diaconal São Lourenço (EDISAL).

O BRASÃO DE ARMAS E SUA SIMBOLOGIA

No alto do brasão, o triângulo, Santíssima Trindade. “Deus é amor” (1Jo 4,8). Amor que se revela superabundante na encarnação e paixão do Filho. “Deus amou tanto o mundo” (Jo 3,16). Jarra e bacia lembram o gesto do Mestre no Lava-Pés. Cruz, lança, esponja remetem ao evento salvífico central: o mistério pascal de Cristo. Aos pés da cruz, dom do Espírito, nasce a Igreja para testemunhar o evento Jesus Cristo. Jarro com água simboliza também a urgência de uma prática cotidiana do amor ao próximo, sobretudo aos pobres, aos abandonados, aos marginalizados, aos pecadores, preferidos de Jesus. Água lembra o batismo que introduz o fiel no Corpo de Cristo, a Igreja. Para o bispo, as três gotas remetem à sua tríplice missão: pastorear, santificar na plenitude do sacerdócio e servir à unidade. A cor violácea representa a luta contínua pela transformação do egoísmo em solidariedade. O azul celeste exalta Maria, trazendo suas iniciais. Seu sim é exemplo de perseverança e fidelidade à Palavra de Deus. Ela é a perfeita discípula, profetiza da libertação ao proclamar que Deus derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes (Lc 1, 46-56). Maria canta o Magnificat de todo Povo de Deus, lembrado pela clave de sol, nas linhas laterais, mostrando a relação entre a fé e a cultura, a arte, a poesia, a música, meios pelos quais a beleza do mistério de Deus está presente. Liturgia é antecipação, na terra, do que a fé espera encontrar no Reino definitivo, a grande festa da caridade, onde todos participarão da comunhão trinitária, fim último da criação.