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Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães

Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães nasceu em 6 de janeiro de 1960, em Ponte Nova, Minas Gerais, numa família católica.
Fez o noviciado na Congregação Salesiana, em 1979, em Barbacena, culminando com a profissão religiosa em janeiro de 1980. Licenciado em Filosofia e Bacharel em Teologia pela PUC Minas, foi ordenado diácono dia 5 de dezembro de 1987, por Dom João Resende Costa, SDB, na Paróquia Cristo Luz dos Povos, em Belo Horizonte; e presbítero no dia 16 de julho de 1988, por Dom Irineu Danelon, SDB, em Ponte Nova. Destinado a Jaciguá, Diocese de Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo aonde foi Vigário Paroquial da Paróquia São João Batista e depois, Pároco, em 1989. Em 1990, voltou a Belo Horizonte para retomar os estudos, de 1990 a 1992, morando e trabalhando pastoralmente na Paróquia Cristo Luz dos Povos, da Inspetoria São João Bosco, fez o mestrado em Teologia no Centro de estudos Superiores da Companhia de Jesus, com a tese “O Individualismo cultural e a vivência da fé cristã”.
Nesta mesma época incardinou-se na Arquidiocese de Belo Horizonte, quando tornou-se Administrador Paroquial e depois Pároco da Paróquia Santa Maria Mãe de Deus. A partir de 1992 iniciou o magistério no Ensino Superior de graduação e pós-graduação. Lecionou diversas disciplinas de teologia sistemática e teologia pastoral. Foi coordenador do curso de Teologia e professor no ISTA (Instituto Santo Tomás de Aquino), centro de formação dos religiosos em Belo Horizonte, no IMACH (Instituto de Ciências Humanas Marista), no CEFAP (Centro de Formação de Agentes de Pastoral de Belo Horizonte) e no IFT (Instituto de Filosofia e Teologia) da PUC Minas (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais), onde presidiu o NET (Núcleo de Estudos Avançados em Teologia), o ISPAL (Instituto Superior de Pastoral) e foi editor da Revista Horizonte.

 

Prestou assessorias a Congregações Religiosas e Dioceses em assembleias e cursos. Assessorou a CNBB Nacional, o Grupo de Reflexão Bíblico-Catequética e o Instituto de Pastoral Catequética do Regional Leste II da CNBB.
Foi nomeado bispo auxiliar de Belo Horizonte no dia 11 de fevereiro de 2006 e ordenado bispo no dia  23 de março de 2006, na Capital Mineira. Presidiu a Comissão Episcopal Pastoral para a Educação e Cultura da CNBB Nacional, foi membro do CONSEP e do Conselho Permanente da CNBB, além de fazer parte da Diretoria das edições da CNBB e presidir a Comissão para a Reforma Política pela CNBB e o Projeto Pensando o Brasil. É sócio da SOTER – Sociedade de Teologia e Ciências da Religião do Brasil.

MINISTÉRIO NA ARQUIDIOCESE DE BELO HORIZONTE 

Atualmente, dom Joaquim Mol participa de Conselhos Curadores e acompanha as Instituições Vinculadas à Arquidiocese de Belo Horizonte: SMC (Sociedade Mineira de Cultura), CSM (Colégio Santa Maria), FCU (Faculdade Católica de Uberlândia); FCJP-II (Fundação Cultural João Paulo II), a Rede Catedral de Comunicação Católica e a Rede Catedral de Cultura, FUMARC (Fundação Mariana Resende Costa), PNSC (Providência Nossa Senhora da Conceição), APP (Associação Projeto Providência), FONSBEM (Fundação Obras Sociais Nossa Senhora Boa Viagem), SCES (Sociedade Civil Espírito Santo). Coordena o CGP (Comitê de Gestão da Presidência), cuja finalidade é orientar, elaborar metas e orçamentos e acompanhar suas execuções, indicar soluções. Acompanha e orienta a Assessoria Jurídica e a Auditoria Interna Corporativas. É Reitor da PUC Minas.
É Bispo referencial para a RENSE (Região Episcopal Nossa Senhora da Esperança). Foi Vigário para a Comunicação e Cultura  e hoje acompanha o VECC (Vicariato Episcopal para a Comunicação e Cultura). Assessora a Catequese na Arquidiocese e acompanha a Comissão Arquidiocesana de Catequese.

O BRASÃO DE ARMAS E SUA SIMBOLOGIA.

O vermelho no campo inferior do brasão lembra o fogo (Espírito) e o sangue (Martírio), para caracterizar o ministério episcopal com ousadia e vigor na evangelização, na profecia e na oblação da vida, especialmente pelos pobres, feridos e pequeninos de Deus.

Nesse campo, encontramos três elementos delineando um triângulo em movimento: na base estão as duas fontes da vida da Igreja e do ministério do bispo, a Palavra de Deus e a Liturgia, sobretudo a Eucaristia, convergindo ao vértice, ao centro, que é a essência da vida cristã, o amor, cuja expressão maior é a cruz.

O campo superior é azul; indica a serenidade e a ternura assumidas nas atitudes do bispo, que se vai esmaecendo quando se aproxima da Luz, que é Deus, tudo em todos. A estrela evoca a presença singular da primeira discípula de Jesus, Maria de Nazaré, Santa Maria.

Os dois campos são unidos por uma mesma linha, que forma as montanhas, alusão a Minas Gerais e a cidade com a periferia, formando o cenário-vital para o encontro pessoal e comunitário com o Senhor, para a experiência de Deus no mundo contemporâneo.

Atrás se encontra o báculo, símbolo do serviço pastoral e do cuidado com o povo de Deus. Arqueado para a direita, o cajado sinaliza a procura e a ida ao encontro das pessoas, sobretudo das que mais precisam de acolhimento. A cor prata representa, ao mesmo tempo, humildade e eloquência, importantes para o dialogo em meio ao pluralismo.

Em cima, o chapéu prelatício com abas largas, reverência diante de Deus, lembra o chamado à santidade e o testemunho do bispo. Seis nós contornam o brasão de verde, símbolo de esperança e liberdade.

Embaixo, na base, o lema “Porque Deus é Amor”, como fundamento de todas as coisas e como explicação única para este ato de fé: ser bispo na Igreja de Jesus Cristo, na verdade, o menor e o último dos bispos.

CONTATO:

Palácio Cristo Rei
Praça da Liberdade, 263 –bairro Funcionários
30.140-010 – Belo Horizonte/MG